26 de agosto de 2015

A teoria do "nada" ?!


Enquanto isso em algum lugar do Éden !


Teorema "Pescoçal" ?!


O pescoço da Girafa e a evolução ?


Como é que a girafa adquiriu o seu longo pescoço? Existe alguma explicação cientificamente válida?

Um famoso contador de histórias disse que “a girafa tinha a aparência semelhante a de outros animais que pastam nas savanas de África“.

A dada altura, a girafa viu folhas frescas em ramos mais elevados.

A girafa reparou que essas folhas tinham uma aparência mais deliciosa e como tal, ele esticou-se, esticou-se e foi-se esticando.[Rudyard Kipling, “How the Giraffe Got its Long Neck,” Just So Stories.]

O seu pescoço aumentou de tamanho, mas o mesmo aconteceu com o seu orgulho. De facto, diz-nos o contador de histórias, a girafa ficou demasiado orgulhosa ao se recusar a inclinar o seu pescoço como forma de comer a comida que se encontrava perto do chão.

Devido a isto, só as girafas com pescoços suficientemente longos conseguiram atingir os ramos mais altos e alimentarem-se. Todas as outros morreram.

História triste, certo?


Imaginem o cenário: centenas de girafas mortas espalhadas pelas savanas de África apenas e só porque não quiseram vergar os pescoços e comer a vegetação mais rasa, ao mesmo tempo que os antílopes, os búfalos, as zebras e todos os outros herbívoros africanos caminhavam entre os cadáveres, alimentando-se calmamente da erva rasa.

Mas isto são histórias infantis; certamente que ninguém acredita que o uso de partes corporais vai modificar a informação genética que é passado aos descendentes, certo?

Daí, talvez não..

Entra a teoria da evolução.

Charles Darwin tentou dar uma explicação cientifica mais específica em relação à origem do pescoço da girafa. Ele diz:

. . . . os membros que conseguiam chegar aos ramos mais elevados e eram, durante [as secas], capazes de atingir 1 ou 2 centímetros acima dos outros, foram preservados. Através deste processo longamente contínuo . . . sem dúvida combinado de um modo importante com os efeitos hereditários incrementado pelo uso de partes, parece-me com toda a certeza que qualquer quadrúpede com cascos (inglês: “hoofed”) poderia ser convertido numa girafa.
[Charles Darwin, Origin of the Species (1859), p. 202, em Link]

Mas será isto verdade? Se as girafas mais baixas morreram porque não conseguiram chegar aos ramos mais elevados, o que é que aconteceria às girafas bebés ou ainda em desenvolvimento físico? Os seus pescoços seriam bem mais pequenos. E se as girafas mais pequenas começassem a morrer, não existiriam girafas adultas.

Mas há razões científicas que demonstram de forma bem clara que os delírios de Darwin são pura fantasia. Vamos examiná-las uma a uma.

Foram alguma vez encontrados fósseis de manadas de girafas com pescoços mais pequenos, num estado evolutivo anterior?
RESPOSTA: Não!

Será verdade que as girafas mais pequenas morreram porque não conseguiam chegar à comida?
RESPOSTA: Não!

Tal como todos os outros animais, elas poderiam muito bem inclinar a cabeça e ingerir a vegetação mais rasa. A crença de que a girafa tenta sempre chegar aos ramos mais elevados é falsa:

De acordo com a hipótese competitiva, as girafas usam os seus pescoços como arma vantajosa durante as secas quando a comida é mais rara. No entanto, o que é observado nas savanas é exactamente o oposto.
( . . . )
As fêmeas passam mais de 50% do seu tempo a alimentarem-se com o pescoço na posição horizontal [um comportamento tão comum que é usado para determinar o sexo do animal à distância] e ambos os sexos alimentam-se de um modo mais rápido e mais frequentemente com os pescoços inclinados.
Estas observações, eles concluem, sugerem que ‘os longos pescoços não evoluíram especificamente para levar a alimentação nos ramos mais elevados.‘[“THE TALLEST TALE” – Link]

Darwin não tinha conhecimentos suficientes para levantar hipóteses ridículas, mas isso pode ser de alguma forma “desculpado”. Os militantes evolucionistas modernos, ao aderirem aos erros de Darwin mesmo depois do que a ciência já mostrou, estão “inexcusáveis” (Romanos 1:20).

O que é que acontece quando os seus pescoços são mais longos que as suas pernas? Como é que eles atingem as folhas junto ao chão?
RESPOSTA: Elas apenas afastam as suas pernas da frente. É isso que fazem quando querem beber água.

Uma vez que a sua cabeça está abaixo do seu corpo, será que o sangue invade o seu cérebro e causa a que ela desmaie?
RESPOSTA: Os vasos sanguíneos do pescoço da girafa possuem válvulas especiais que controlam o fluxo de sangue. Se ela apenas tivesse um pescoço longo mas as válvulas não estivessem presentes, a girafa morreria.

Desde o princípio que a girafa foi construída para sobreviver:

O coração da girafa é provavelmente o mais poderoso do mundo animal uma vez que é necessária uma pressão duplamente superior para fornecer sangue ao cérebro da girafa.Com um coração tão poderoso e uma pressão sanguínea tão forte, apenas características cuidadosamente construídas impedem que a sua cabeça “expluda” quando ela se inclina para beber água.
Igualmente maravilhoso é o facto do sangue não invadir as pernas da girafa, e elas não sangrarem muito se se ferirem nas pernas. O segredo encontra-se na pele extremamente dura e na fáscia interna que impede que o sangue se concentre.
Esta combinação dérmica está a ser estudada pelos cientistas da NASA como forma de se desenvolverem fatos de gravidade para os astronautas.[Lynn Hofland, B.S.E.E., “Giraffes … animals that stand out in a crowd,” – Link]

Não se afigura possível que os evolucionistas construam um cenário cientificamente plausível para a origem quer do pescoço da girafa quer do seu complicado sistema de regulação da pressão sanguínea.

Este sistema espantoso gera pressão sanguínea suficientemente forte para impulsionar o sangue até 5 metros até chegar ao cérebro, mas rapidamente reduz a pressão – para impedir danos cerebrais – quando o animal se inclina para beber água.

Depois de mais de um século de intensa exploração em busca de fósseis, os mais populares museus evolucionistas do mundo são incapazes de fornecer um único fóssil intermédio que consiga ligar a girafa a qualquer outro animal [Luther D. Sunderland, Darwin’s Enigma (1988), pp. 83-84. t., pp. 26-27. – Link].

Existe planeamento na origem destas estruturas ou são elas obra do acaso evolutivo? Será credível afirmar que todos estes sistemas são o resultado dum processo aleatório não-inteligente filtrado pela selecção natural?
RESPOSTA: Não. A interpretação evolutiva é claramente ridícula e deficiente. Afirmar que estes mecanismos são o resultado de processos não inteligentes não é muito diferente da história infantil aludida no início do post. A diferença é que Rudyard Kipling não tencionava que a sua história fosse levada a sério, mas Darwin sim.

Então para quê o pescoço tão longo?

O pescoço da girafa cumpre de um modo perfeito dois critérios da Teoria da Mensagem:
Refuta o naturalismo ao mostrar que o pescoço nunca poderia ser o resultado de forças naturais
Une a girafa com o padrão de vida; Quem criou a girafa e o seu complexo sanguíneo, criou as outras formas de vida presentes na biosfera.
O criacionismo Bíblico – um sub-conjunto da Teoria da Mensagem – fornece-nos uma explicação 100% satisfatória em torno da origem do pescoço da girafa.

“E fez Deus as bestas-feras da terra, conforme a sua espécie, e o gado, conforme a sua espécie, e todo o réptil da terra, conforme a sua espécie. E viu Deus que era bom.”

Génesis 1:25

Fonte : Darwinismo

24 de agosto de 2015

A vida na terra é fruto do "Acaso" ? - Parte 2


Complementando a parte 1 deste tema. Por que a terra é tão especial ? Quais as evidências que ela não é fruto do acaso e de simultâneas coincidências ? Uma das coisas que mais me chamam a atenção é o fino ajuste da Terra no Universo, que é uma forte evidência de que a Terra foi criada por Deus, ao contrário do que as teorias evolucionistas

Veja o texto a seguir retirado de Criacionista pela Fé e pela Razão.

Ajuste fino do Universo
O Universo está organizado por leis físicas e químicas muito bem calibradas, sendo que conhecemos hoje cerca de 26 constantes universais, ao passo que, se alterarmos só uma delas, o Universo simplesmente se desfaz. É como se o Universo estivesse equilibrado no fio de uma navalha! Exemplos: se mudarmos a lei da gravidade um pouquinho que seja, haveria um colapso geral do Universo. Se alterássemos as leis que prendem os elétrons em sete orbitais entorno do núcleo do átomo, todo o Universo seria destruído, uma vez que os elétrons colapsariam para a primeira camada.

O próprio fato de haver as leis universais, que são em si informação, já é um forte argumento em favor da criação do Universo, e não do Big Bang, uma vez que o acaso não gera informação, e muito menos uma informação tão complexa que rege todo o Universo e nossas vidas. Para haver Universo, temos que ter matéria, energia e... informação! E informação só pode ser gerada de uma mente pensante.

Posição da Terra na Via Láctea
Se pudéssemos ver a nossa galáxia fora dela, veríamos que o Sistema Solar (que inclui a Terra) está em uma posição privilegiada que possibilita a existência de vida, quase na ponta de um dos braços da Via Láctea. Toda a alta radiação vinda do núcleo da Via Láctea é barrada por poeira, astros e outros bilhões de corpos celestes, funcionando como um escudo natural para a vida na Terra. Se a Terra estivesse mais próxima do núcleo, a vida seria aniquilada.


Posição da Terra no Sistema Solar
A Terra é o terceiro planeta, de dentro para fora, a orbitar o Sol, estando a uma
distância média de 150 milhões de quilômetros do Sol. Está na chamada "zona habitável", onde o calor do Sol chega à Terra em uma temperatura média de 13ºC, ideal para a vida que conhecemos. Só pra ter uma ideia, Marte tem uma temperatura média de -53ºC e Vênus tem uma temperatura média de 477ºC, ou seja, inviável para abrigar a vida.

Movimentos da Terra  
A rotação é o movimento em que a Terra gira em torno de si a uma velocidade de 1674 Km/h na linha do Equador. Se girasse mais devagar, a temperatura na superfície se elevaria muito e a vida seria destruída; se girasse mais rápido, a temperatura não seria suficiente para esquentar os oceanos e os continentes de forma que a vida pudesse sobreviver, além do fato que a gravidade talvez não seguraria nada por aqui, dependendo da velocidade. 

Já a translação da Terra entorno do Sol, associada à inclinação do eixo de rotação, que é de 23º27', possibilita a existência das estações do ano, tão importantes para a renovação da vida na Terra.

Um outro movimento da Terra, a precessão, que é como se a Terra estivesse girando como um pião prestes a cair, associado com as revoluções da Lua, possibilita a existência das marés, que por sua vez são importantes para a vida marinha e até a terrestre. Se o movimento de precessão tivesse uma inclinação um pouco maior, as marés poderiam ser tão grandes que gerariam tsunamis constantes. Perceba, o Criador pensou em tudo!

A Terra e a Lua 
E já que mencionamos a Lua acima, vimos que ela é um dos fatores responsáveis pela precessão da Terra, junto com a inclinação do eixo da Terra, mas também é preciso que a distância média da Lua em relação à Terra seja ideal, senão a Lua "escaparia" para o espaço se fosse uma distância maior ou colidiria com a Terra se fosse uma distância menor e geraria gigantescas tsunamis antes disso. Sua revolução elíptica entorno da Terra está muito bem calibrada, ajudando inclusive no desenvolvimento das plantas, sendo que os agricultores sabem disso, esperando a "lua certa" para plantar, e essa influência é comprovada pela ciência.

Outra evidência é o fato de que a Lua funciona como um escudo protetor para a Terra, contra muitos corpos celestes que vagueiam e ameaçam a Terra, sendo visíveis as crateras em sua superfície resultantes de impactos meteoríticos.

A teoria convencional nos diz que a Lua surgiu de uma colisão de um grande corpo celeste com a Terra primitiva, mas confesso que é bastante forçado acreditar que ela teria se formado e orbitado na posição ideal para a vida em relação à Terra. Essa teoria convencional diz que a Terra e a Lua se formaram juntas há 4,6 bilhões de anos, com base em datações radiométricas, mas a quantidade de poeira na superfície lunar corresponde apenas entre 7 e 8 mil anos para a Lua, e consequentemente para a formação da Terra, sendo que foi medido 0,5 e 8 cm de camada de poeira na Lua, onde se esperava de 132 a 297 metros de poeira acumulada.

Os eclipses lunar e o solar só são possíveis graças à distância ideal da Lua em relação à Terra e ao Sol, mas os evolucionistas dizem que isso é "pura coincidência". Será? Que outro sistema possibilita eclipses perfeitas como o Terra-Lua-Sol?


Por fim, muitos povos antigos achavam que o Sol e a Lua eram quase do mesmo tamanho. Hoje, se sabe que o Sol é muito maior que a Lua, conforme sugere Gênesis 1:16 (veja abaixo). O Sol é quase 400 vezes maior em diâmetro que a Lua e a Lua está 400 vezes mais próxima da Terra que o Sol. Daí a ilusão de ótica.

''Deus fez os dois grandes luminares: o maior para governar o dia e o menor para governar a noite; fez também as estrelas.'' (Gênesis 1:16) 

A Bíblia e a Terra
''Ele estende o norte sobre o vazio e faz pairar a terra sobre o nada.'' (Jó 26:7)

O texto acima nos trás duas informações científicas. Primeiro, Deus já havia revelado que o norte da Terra, ou seja, a projeção do eixo imaginário da Terra no espaço, se estende a um vazio de estrelas. Hoje se sabe que há realmente este vazio de estrelas no "norte" da Terra. 

Segundo, Deus revelou que a Terra paira sobre o vácuo, o nada. Isso em uma época em que os gregos ainda acreditavam que a Terra estava sendo literalmente segurada pelo deus Atlas, como punição de Zeus; já os hindus (atuais indianos) acreditavam nessa época em que o livro de Jó foi escrito que a Terra era sustentada sobre uma enorme tartaruga e quatro grandes elefantes. Analisemos o próximo texto.

"E disse Deus: Ajuntem-se num só lugar as águas que estão debaixo do céu, e apareça o elemento seco. E assim foi." (Gênesis 1:9)

Note que Deus dividiu a Terra em duas porções ao organizar a Terra que antes estava "sem forma e vazia" (Gênesis 1:2), o que podemos perfeitamente entender como as chamadas "Pantalassa" e "Pangeia", termos que a geologia atual chama a única porção de água e terra que existiram no passado. Mas alguém poderia argumentar que a Terra já teve os continentes divididos antes da Pangeia, mas isso não invalida o texto de Gênesis, se considerarmos que antes Deus diz que a Terra estava "sem forma e vazia", ou seja, ainda não organizada para abrigar a vida. E também sabemos que a teoria das hidroplacas pode explicar perfeitamente a relativa rápida separação da Pangeia até chegar à condição que temos hoje de todos os continentes.

''Ele é o que está assentado sobre a redondeza da terra, cujos moradores são como gafanhotos; é ele quem estende os céus como cortina e os desenrola como tenda para neles habitar;'' (Isaías 40:22)

Neste texto de Isaías, que é do 7º século a.C., podemos entender que Deus já havia revelado que a Terra é "redonda", mesmo antes dos gregos descobrirem isso por meio de Eratóstenes de Cirene (276-196 a.C.), que calculou a circunferência da Terra pela primeira vez com uma boa aproximação do que sabemos hoje, que é de 40.075 Km de circunferência. Algumas pessoas argumentam que este texto de Isaías não se refere à redondeza da Terra, e sim à abóboda da Terra em uma perspectiva de uma Terra plana, mas isso não encontra apoio nas melhores interpretações do texto original. A palavra hebraica "hhug" pode ser tanto traduzida como "círculo" quanto "esfera", segundo A Concordance of the Hebrew and Chaldee Scriptures (Concordância das Escrituras Hebraicas e Caldéias), de B. Davidson.

A proporção de gases da Terra em relação a outros planetas
Vênus: 95% de gás carbônico, 1,9% de nitrogênio e traços de oxigênio.Marte: 98% de gás carbônico, 2,7% de nitrogênio e 0,13% de oxigênio.Terra: 0,03% de gás carbônico, 79% de nitrogênio e 21% de oxigênio. Esta proporção é ideal para haver vida na Terra. Se tivesse uma quantidade menor de gás carbônico na atmosfera, limitaria o crescimento das plantas e permitiria grande variação de temperatura. A concentração de Oxigênio na atmosfera é de 21%. Se fosse um pouco maior (25%), seria quase impossível apagar incêndios.

A água da Terra
A Terra é o único planeta conhecido com água o suficiente para sustentar a vida. E a água se encontra nos seus três estados físicos no nosso Planeta: sólido, líquido e gasoso.

A água é um ótimo solvente, transporta nutrientes no nosso corpo e ajuda a manter a temperatura do nosso planeta por meio das correntes marítimas e retenção do calor durante o dia e liberação aos poucos à noite. 

Devido ao gelo ser mais leve que a água líquida, a vida pode ser mantida nos rios, lagos e mares. A camada de gelo impede que toda a água congele e, assim, peixes e outros animais aquáticos sobrevivem no inverno.

O tamanho da Terra
A Terra possui um tamanho adequado para possibilitar a vida, pois se fosse muito grande sua gravidade seria muito forte, e se fosse muito pequeno sua gravidade seria fraca e sairíamos flutuando pelo espaço.

A atmosfera da Terra
A atmosfera terrestre é um escudo protetor contra raios ultra-violeta (UV), X, gama, infra-vermelho, meteoros e mantém a temperatura ideal para a vida à noite, junto com as águas dos oceanos, sendo que é um efeito estufa natural benéfico para nós, moradores deste planeta azul tão belo. Também nos protege contra meteoritos que são desintegrados ao entrar em atrito com a atmosfera. Sem ela, a vida estaria aniquilada.

O campo magnético da Terra
O campo magnético da Terra, gerado no núcleo, funciona como um verdadeiro escudo protetor contra os ventos solares (alta radiação). Antevidência genial! O Criador pensou em tudo!

Há também outro recém-descoberto escudo protetor da Terra contra os raios cósmico, na região dos cinturões de Van Allen, que simplesmente não permite a penetração dos elétrons de alta energia.

Existem outras "terras"?
Recentemente a mídia anunciou a descoberta do planeta Kepler-186f e A NASA diz que pode ser que aja vida lá, pois está em uma posição ideal de sua estrela e tem quase o mesmo diâmetro da Terra. Mas as condições para haver vida em um planeta são muito específicas, não são apenas duas ou três condições que possibilitam a vida, são inúmeras condições finamente ajustadas e indissociáveis.

Conclusão
Como podemos notar, a Terra é muito especial no Universo. Não é qualquer planeta que tem todas essas condições finamente ajustadas para abrigar a vida, sensível como ela é. Sem uma dessas condições apresentadas acima e muitas outras não mencionadas, a vida na Terra não existiria. É uma questão bastante simples.

A Terra é como um bercinho de bebê, com todas as condições ideais para que a vida possa estar nela. Tem a temperatura certinha, a iluminação adequada, tem a proteção certinha, tem a comida disponível, tem a proteção do pai e da mãe, tem animais pra interagirem conosco, tem até mesmo estrelas pra que nós possamos contemplar a beleza do Universo e é toda decorada para que nós possamos viver felizes. E querem que você e eu acreditemos na estorinha da evolução... 

''Pois desde a criação do mundo os atributos invisíveis de Deus, seu eterno poder e sua natureza divina, têm sido vistos claramente, sendo compreendidos por meio das coisas criadas, de forma que tais homens são indesculpáveis.'' (Romanos 1:20)

Leia também nossa primeira postagem sobre este tema. E curta nossa página no Facebook.

A vida na terra é fruto do "Acaso" ?


Não são poucos os astrônomos que dedicam tempo, energia e recursos em busca de evidências de vida em outros planetas espalhados pelas galáxias afora, e um número crescente de pessoas parece acreditar que não estamos sozinhos no universo.

Mas você só está hoje lendo este texto e respirando neste mundo graças a um intrincado conjunto de condições ambientais, e sem qualquer uma das quais este planeta seria tão deserto quanto qualquer rocha cósmica por aí.

Confira uma compilação de “acasos” que se juntaram para permitir a prosperidade dos seres vivos da nossa Terra:

Distância exata para o sol
A distância que separa a Terra do sol é de aproximadamente 150 milhões de km (uma Unidade Astronômica – UA). Se estivéssemos somente um pouco mais perto, seria quente demais. Um pouco mais distantes, seria frio demais. A razão para haver esta zona habitável é simples: a temperatura é ideal para haver água em estado líquido.

Influência da lua
Você já parou para pensar que as primeiras formas de vida da Terra, que surgiram no mar, jamais teriam como alcançar o solo seco se o oceano fosse apenas um grande lago de água parada? E não é mais novidade que a lua é responsável por controlar as marés. Sem um empurrãozinho das ondas, é possível que a vida em nosso planeta ficasse restrita aos mares.

Rotação
Se a rotação de nosso planeta não fosse regular, um dos lados estaria exposto aos raios solares permanentemente, enquanto o lado oposto jamais receberia esta benção. Obviamente, a vida seria inviável em qualquer uma das condições, com calor ou frio extremos. Dessa maneira, mesmo que você não goste de acordar de madrugada antes do sol nascer, ou que escureça à tardinha, é graças a isso que estamos aqui.

Gravidade constante
Grande parte dos conceitos físicos que permeiam a vida, de maneira geral, é possível apenas graças à famosa força de atração que Newton enunciou. A forma e o peso dos objetos só podem ser definidos devido a isso. Atividades básicas da vida, tais como movimentar objetos e os próprios corpos, seriam muito mais complicadas sem a gravidade.

Campo magnético
Uma força invisível, mas facilmente comprovável, nos protege de sermos atingidos por partículas que o vento solar carrega até a Terra. Tal campo funciona, segundo as teorias mais aceitas, exatamente como um escudo. Tal escudo é formado a partir de uma linha circular, como um bolsão, traçada entre os polos magnéticos sul e norte da Terra. Sem esta proteção, estaríamos fritos. Literalmente.

Zonas temperadas
Compare o número de espécies animais das quais você já ouviu falar nas extremidades da Terra: provavelmente, não irá muito além de pinguins no polo sul, ursos no norte, além de alguns peixes exóticos que conseguiram se adaptar a condições tão adversas. Agora pense na tropical floresta amazônica: incontáveis variedades de bichos, desde pequenos insetos até grandes mamíferos. O fato de haver áreas atingidas pelo sol em quantidades equilibradas é considerado essencial para a manutenção da vida.

Água, água por todos os lados
Não é à toa que qualquer avanço na observação de possíveis fontes de água em marte ou na lua é sempre comemorado e incita novas investigações: a existência de água em estado líquido é um dos indicativos mais claros de condições para haver vida em um planeta. A Terra, com 70% de sua superfície coberta de oceanos, é privilegiada por essa razão.

Nível do mar estável
Ainda falando de oceanos: é realmente muita sorte que o nível geral do mar, sob condições normais, se mantenha estável. O fato de as águas não invadirem o continente com periodicidade e constância indefinidas facilita o estabelecimento de seres vivos em ambos os ambientes. É uma pena, no entanto, que esta situação esteja mudando para pior com o aquecimento global e o derretimento das calotas.

 Plantas verdes
Uma interessante teoria afirma que a cobertura vegetal da Terra em seus primeiros milhões de anos pode ter sido roxa, e não verde. Apenas quando foi concluído o “esverdeamento” de nossos vegetais é que a vida animal teve condições de surgir. A razão para isso é muito simples: plantas verdes são sinais da existência de clorofila, que por sua vez é um indicativo de fotossíntese, que produz oxigênio para nós. Na época do planeta roxo, os vegetais usavam alguma outra molécula para seus processos biológicos.

Eletricidade
Há quase 60 anos, dois cientistas americanos simularam a origem da vida na Terra em laboratório, com o experimento batizado de Miller-Urey em homenagem a eles próprios. Os pesquisadores utilizaram, em estado primitivo, os gases e outros componentes químicos que estariam originalmente envolvidos no surgimento do primeiro ser vivo. A partir disso, foram-se criando os mais básicos aminoácidos, que dariam o pontapé inicial da vida na Terra. Como essas reações se ativaram? Segundo tal experimento, foi graças a descargas elétricas. Exatamente iguais às que hoje observamos pela janela em noites de trovoada.

Movimentos geológicos
A existência de placas tectônicas é um ponto crucial, segundo as teorias mais aceitas, para que a vida no planeta pudesse se desenvolver. A constante movimentação da crosta terrestre a partir de vulcões e terremotos nos primórdios da Terra permitiu que houvesse maior circulação de componentes químicos importantes para tal surgimento. Se toda a superfície terrestre fosse agrupada em um único e estático bloco, estes eventos poderiam não ter acontecido jamais.

O espaço a nossa volta
Cientistas concordam que a Terra não “nasceu” com tudo o que era necessário para que tenhamos vida atualmente: alguns elementos, possivelmente até a água, foram trazidos de fora por gigantescos corpos celestes que colidiram com nosso planeta ainda nas primeiras etapas de sua formação. Além disso, o consenso básico é que a Terra jamais poderia abrigar vida se estivesse no vácuo: é necessário que ela esteja inserida no ambiente do sistema solar.

 “Tempo de maturação”
Hoje em dia é difícil impressionar alguém citando a atual idade aproximada da Terra: embora 4,54 bilhões de anos seja um período de tempo incomensurável, já nos acostumamos à ideia de que sim, o planeta é velho. Mas nem todos os planetas já observados têm tanto tempo de vida assim: alguns nascem e são destruídos em questão de poucos milhões de anos ou ainda menos. Por essa razão, é válido destacar que a vida só prosperou no planeta porque ele mesmo resistiu. Os ancestrais mais antigos do ser humano surgiram há cerca de 4 milhões de anos, menos de um centésimo da idade do planeta.

Leia também nossa segunda postagem sobre este tema. E curta nossa página no Facebook.

Fonte : Hypescience

20 de agosto de 2015

O Homem é feito de Barro


No Gênese Bíblico (2,7) é dito que “O Senhor Deus formou, pois, o homem do barro da terra, e inspirou-lhe nas narinas um sopro de vida e o homem se tornou um ser vivente”. De fato, assim como os demais seres vivos, somos constituídos pelos elementos químicos disponíveis na Terra.

Alguns destes elementos se integram às moléculas orgânicas, outros permanecem como íons no citoplasma das células ou nos líquidos extracelulares.

Ao longo da vida, estes elementos devem ser obtidos do ambiente diretamente, pelos organismos autótrofos, ou indiretamente, pelos heterótrofos como nós. Isto porque tais elementos são necessários para que os organismos possam crescer ou, simplesmente, funcionar.

Ao final da vida, quando os corpos dos organismos mortos se decompõem, tais elementos retornam, integralmente, ao planeta Terra, cumprindo a primeira lei da termodinâmica, traduzida por Antoine Laurent de Lavoisier como: Na Natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”.

Os compostos ou moléculas orgânicas.

As principais moléculas químicas que constituem um organismo são as moléculas orgânicas. 
O carbono e o hidrogênio são os elementos presentes em todos os tipos de moléculas orgâncias.

Por definição elas são as substâncias químicas que contêm na sua estrutura Carbono e Hidrogênio, mas, na maioria das vezes, incluem mais elementos como oxigênio, nitrogênio, enxofre, fósforo, boro, halogênios, entre outros.

Os elementos químicos e o ser humano.

Em relação às quantidades de elementos químicos no corpo humano, sabe-se que enquanto alguns são abundantes outros estão presentes em quantidades mínimas, porém isso não os torna menos essenciais.

Elementos mais abundantes do corpo humano, considerando seu peso seco:

carbono (C) é um elemento químico de número atômico 6 e massa atômica 12. Ele é sólido à temperatura ambiente pode apresentar-se em formas bastante variáveis como o grafite e o diamante.  

Ele é um elemento essencial à vida, pois estrutura o esqueleto das moléculas orgânicas. Dessa forma, constitui uma estrutura à qual os demais elementos são ligados, pois apesar de ser um átomo pequeno ele é capaz de fazer quatro ligações.

Todos os compostos orgânicos apresentam carbono ligado a hidrogênio. Portanto, todas as moléculas orgânicas contêm carbono, porém nem todas as moléculas que tem carbono, são moléculas orgânicas.  

Deste modo, o ácido carbônico é inorgânico porque nenhum dos dois hidrogênios da sua molécula se liga ao carbono, enquanto o ácido fórmico é orgânico (veja abaixo).


oxigênio (O) é um elemento químico de símbolo O, com número atômico 8 e massa atômica16. 

Abundante nos organismos vivos por constituir a  molécula de água  ele também é um  dos três elementos químicos que formam os carboidratos,  constituem uma fonte de energia para os seres vivos. 

O oxigênio também compõe a estrutura  de outras moléculas orgânicas fundamentais, entre as quais os ésteres e o DNA.


 O hidrogênio (H) é o elemento químico menor e mais abundante no universo (75%), possui número atômico 1 e massa 1. Assim como o carbono, ele está presente em todos os tipos de moléculas orgânicas, bem como, juntamente com o oxigênio, constitui a molécula de água.

Além disso, ele é essencial à vida porque todos os processos energéticos da célula envolvem o transporte de hidrogênio.

nitrogênio (N), cujo número atômico é 7 e a massa 14, entra na composição de duas moléculas orgânicas importantíssimas para os seres vivos: asproteínas e os ácidos nucleicos.

Aproximadamente, 78% do volume da atmosfera Terrestre é constituído pelo nitrogênio na forma do gás N2. Além disso, o nitrogênio é o sexto elemento mais abundante no universo.

A contração muscular depende da presença de cálcio.
cálcio (Ca) não forma moléculas orgânicas, mas ele participa de funções essenciais como a contração muscular, controle enzimático, transcrição e apoptose. É o íon mais comum e abundante no corpo, sendo encontrado, principalmente, nos ossos e dentes ou, em quantidades bem menores, no sangue e tecidos moles.

Ele é essencial para a coagulação do sangue e funcionamento normal de nervos,                                            músculos e membrana plasmática (permeabilidade seletiva).  

Também, previne a osteoporose e ajuda a reduzir a pressão arterial. 

Os sinais de deficiência de cálcio incluem cãibras, nervosismo, palpitações e unhas quebradiças.

fósforo (P) participa da constituição de moléculas orgânicas essenciais como o DNA, o RNA, o ATP e os fosfolipídios. 

DNA
Além disso, o fósforo funciona como tampão, impedindo a acidificação ou alcalinização do protoplasma.

A presença do fósforo na parte externa da molécula de DNA confere a esta maior resistência à hidrólise. 

A maioria das reações metabólicas que necessitam de energia obtém esta energia da quebra de ligações do ATP, quando este libera um ou dois fosfatos.

Desempenha, ainda, papel importante no metabolismo de gorduras, carboidratos e proteínas. Mantém a integridade do sistema nervoso central e dos rins. Auxilia o corpo na utilização de vitaminas.

potássio (K) está presente nas extremidades dos cromossomos (telômeros)  estabilizando a estrutura.  Uma das suas principais  funções é participar dos processos de polarização das membranas biológicas, essencial à transmissão do impulso nervoso.

Além disso, participa, juntamente com o sódio e o cloro, da manutenção do equilíbrio osmótico celular, ajudando a eliminar água em excesso e regulando o pH do sangue. Estudos demonstram que dietas ricas em potássio previnem a hipertensão e doenças cardiovasculares; sua deficiência ou excesso pode levar a problemas cardíacos.

Alguns dos sintomas da falta de potássio incluem fadiga, fraqueza muscular e espasmos.
Uma das causas da fadiga é a carência de potássio.

enxofre (S) é um componente de muitas proteínas. Os aminoácidos cisteína, metionina homocisteína e taurina contém enxofre, formando as pontes de dissulfeto entre os polipeptídeos, ligação de grande importância para a formação das estruturas espaciais das proteínas.

Também é essencial para a atividade metabólica normal e importante na conversão de alguns metais pesados tóxicos em compostos solúveis em água, ajudando na sua eliminação. Assim, neutraliza os tóxicos e ajuda o fígado na secreção da bílis. Sua deficiência retarda o crescimento.

cloro (Cl) é um dos íons mais importantes para regulação da pressão osmótica, pois juntamente com o sódio, mantém o balanço aquoso. Participa no equilíbrio acido base e na manutenção do Ph sanguíneo. O cloro secretado pela mucosa gástrica na forma de ácido clorídrico (HCl) produz a acidez necessária para a digestão no estômago e para a ativação de enzimas, mas quando ligado a certos compostos orgânicos o cloro pode se tornar extremamente tóxico (veja nota).

O íons de sódio (Na) são importantes para a correta função dos neurônios e de diversas outras células animais. Ele é o principal cátion do líquido extracelular (líquido corporal que está fora das células), onde está numa concentração muito maior do que no citoplasma.  Assim, ele é essencial para a condução do impulso nervoso, através do axônio.

Importante no balanço de líquidos do corpo (atua na retenção de líquidos corporais), mas o consumo excessivo sobrecarrega os rins e predispõe à hipertensão.

magnésio (Mg) é essencial à vida, tanto animal como vegetal, pois intervém na fotossíntese, já que a clorofila é uma substância complexa constituída por grupamentos  “porfirina-magnésio”, que é uma molécula muito semelhante ao grupamento Heme das hemácias, porém, na clorofila, o íon de ferro (Fe) é substituído pleo Mg (veja figura abaixo).


Em função de sua alta solubilidade, ele é o terceiro elemento mais abundante na água do mar. A maior parte do magnésio no organismo encontra-se nos ossos.

Os íons Mg++ desempenham papéis de importância na atividade de muitas coenzimas e, em reações que dependem da ATP. Também exercem um papel estrutural, pois os íons de Mg2+ têm uma função estabilizadora para a estrutura de cadeias de ADN e ARN.

Nota:
1-      Alguns compostos orgânicos de cloro são empregados como pesticida, como, por exemplo, o hexaclorobenzeno (HCB), o paradiclorodifeniltricloroetano (DDT), o toxafeno e outros como os difenilpoliclorados (PCBs) e as dioxinas. Estes compostos organoclorados criam problemas ambientais devido à sua toxicidade como os pesticidas citados anteriormente.

14 de agosto de 2015

O universo está morrendo ?


Mais uma vez as descobertas da ciência comprovam o que a Bíblia fala. 

Segundo notícia divulgada na semana passada, o nosso Universo está morrendo. Um estudo feito com 200 mil galáxias, do Observatório Europeu do Sul, mostrou que a energia produzida nessa seção do universo era duas vezes maior há 2 bilhões de anos em comparação aos dias de hoje. A conclusão dos cientistas é que o universo está se apagando.

Isso é algo que já se sabia desde os anos 90, mas essa pesquisa mais ampla, usando vários dos telescópios mais potentes da Terra, fez observações em vários espectros da luz - antes não estudados. É uma sólida confirmação da tese. "O universo deve declinar daqui em diante, entrando lentamente na velhice. O universo basicamente sentou no sofá, puxou uma manta e está prestes a entrar num cochilo eterno", afirma o astrônomo australiano Simon Driver, que participou do estudo.

Mas não é o caso de se desesperar. Esse "cochilo" deve levar muitos bilhões de anos - quantos exatamente, ainda não é consenso, mas possivelmente mais do que os quase 14 que viveu até agora. A descoberta está mais para o primeiro tufo de cabelos brancos do que para primeiro ataque cardíaco.

Muito antes disso, em cerca de um bilhão de anos, o Sol deve estar 10% mais luminoso, fazendo os oceanos evaporarem. Se, de alguma forma sobrevivermos a isso, daqui a 7 bilhões de anos ele deve se tornar uma gigante bola vermelha e engolir tudo até Júpiter. E, é claro, temos ameaças muito mais imediatas, vindas de nós mesmos.
Em todo caso, um bilhão de anos não está mal. Há um bilhão de anos, nem havia vida multicelular na Terra. É como se o médico dissesse: "Eu lamento muito, mas você tem no máximo 10 mil anos de vida".

Fonte:
Charting the Slow Death of the Universe, European Southern Observatory.