25 de janeiro de 2010

A Bíblia não é chata, Avatar é Chato !


A Bíblia contém tudo oque precisamos para produzirmos fruto nessa terra. Tudo oque Deus gostaria que soubéssemos está aqui. A Bíblia não é chata, o mundo é chato. Avatar é chato. Estas são palavras de John Piper esses dias atrás. Eu como designer fiquei fascinado por Avatar, mas como Cristão, fico fascinado a cada dia mais pela Bíblia. Glória a Deus por isso.

Gianna Jessen - Sobrevivi a um Aborto !


“Se o aborto diz respeito somente aos direitos da mulher, então quais são os meus direitos?” Taí, uma boa reflexão pro fim de semana. O vídeo está completando um mês no Youtube com merecidas 12926 visualizações, ou seja, mais do que o “Fim do Silêncio“, que já está lá há bem mais tempo… Que continue sendo cada vez mais visto e inquietando cada vez mais gente!

Como ela mesma diz, “eu não sobrevivi para fazer as pessoas se sentirem confortáveis”.

Amém, Gianna!




O Homenzinho da Rua George


Alguma vez você já se perguntou o que resulta da distribuição de folhetos? O relato abaixo, do pastor Dave Smethurst, de Londres, responde essa pergunta:

“É uma história extraordinária a que eu vou contar. Tudo começou há alguns anos em uma Igreja Batista que se reúne no Palácio de Cristal ao Sul de Londres. Estávamos chegando ao final do culto dominical quando um homem se levantou em uma das últimas fileiras de bancos, ergueu sua mão e perguntou: “Pastor, desculpe-me, mas será que eu poderia dar um rápido testemunho?” Olhei para meu relógio e concordei, dizendo: “Você tem três minutos!” O homem logo começou com sua história:

“Mudei-me para cá há pouco tempo. Eu vivia em Sydney, na Austrália. Há alguns meses estive lá visitando alguns parentes e fui passear na rua George. Ela se estende do bairro comercial de Sydney até a área residencial chamada Rock. Um homem baixinho, de aparência um pouco estranha, de cabelos brancos, saiu da entrada de uma loja, entregou-me um folheto e perguntou: ‘Desculpe, mas o senhor é salvo? Se morrer hoje à noite, o senhor irá para o céu?’ – Fiquei perplexo com essas palavras, pois jamais alguém havia me perguntado uma coisa dessas. Agradeci polidamente pelo folheto, mas na viagem de volta para Londres eu me sentia bastante confuso com o episódio. Entrei em contato com um amigo que, graças a Deus, é cristão, e ele me conduziu a Cristo”.

Todos aplaudiram suas palavras e deram-lhe as boas-vindas, pois os batistas gostam de testemunhos desse tipo.

Uma semana depois, voei para Adelaide, no Sul da Austrália. Durante meus três dias de palestras em uma igreja batista local, uma mulher veio se aconselhar comigo. A primeira coisa que fiz foi perguntar sobre sua posição em relação a Jesus Cristo. Ela respondeu:

A rua George, em Sydney.

“Morei em Sydney por algum tempo, e há alguns meses voltei lá para visitar amigos. Estava na rua George fazendo compras quando um homenzinho de aparência curiosa, de cabelos brancos, saiu da entrada de uma loja e veio em minha direção, ofereceu-me um folheto e disse: ‘Desculpe, mas a senhora já é salva? Se morrer hoje, vai para o céu?’ – Essas palavras me deixaram inquieta. De volta a Adelaide, procurei por um pastor de uma igreja batista que ficava perto de minha casa. Depois de conversarmos, ele me conduziu a Cristo. Assim, posso lhe dizer que agora sou crente”.

Eu estava ficando muito admirado. Duas vezes, no prazo de apenas duas semanas, e em lugares tão distantes, eu ouvira o mesmo testemunho. Viajei para mais uma série de palestras na Mount Pleasant Church em Perth, no Oeste da Austrália. Quando concluí meu trabalho na cidade, um ancião da igreja me convidou para almoçar. Aproveitando a oportunidade, perguntei como ele tinha se tornado cristão. Ele explicou:

“Aos quinze anos vim a esta igreja, mas não tinha um relacionamento real com Jesus. Eu simplesmente participava das atividades, como todo mundo. Devido à minha capacidade para negócios e meu sucesso financeiro, minha influência na igreja foi aumentando. Há três anos fiz uma viagem de negócios a Sydney. Um homem pequeno, de aparência estranha, saiu da entrada de uma loja e me entregou um panfleto religioso – propaganda barata – e me fez a pergunta: ‘Desculpe, mas o senhor é salvo? Se morrer hoje, o senhor vai para o céu?’ – Tentei explicar-lhe que eu era ancião de uma igreja batista, mas ele nem quis me ouvir. Durante todo o caminho de volta para casa, de Sydney a Perth, eu fervia de raiva. Esperando contar com a simpatia do meu pastor, contei-lhe a estranha história. Mas ele não concordou comigo de forma alguma. Há anos ele vinha me incomodando e dizendo que eu não tinha um relacionamento pessoal com Jesus, e tinha razão. Foi assim que, há três anos, meu pastor me conduziu a Cristo”.

Voei de volta para Londres e logo depois falei na Assembléia Keswick no Lake-District. Lá relatei esses três testemunhos singulares. No final da série de conferências, quatro pastores idosos vieram à frente e contaram que eles também foram salvos, há 25-30 anos atrás, pela mesma pergunta e por um folheto entregue na rua George em Sydney, na Austrália.

Na semana seguinte viajei para uma igreja semelhante à de Keswick e falei a missionários no Caribe. Também lá contei os mesmos testemunhos. No final da minha palestra, três missionários vieram à frente e explicaram que há 15-25 anos atrás eles igualmente haviam sido salvos pela pergunta e pelo folheto do homenzinho da rua George na distante Austrália.

Minha próxima série de palestras me conduziu a Atlanta, na Geórgia (EUA). Fui até lá para falar num encontro de capelães da Marinha. Por três dias fiz palestras a mais de mil capelães de navios. No final, o capelão-mor me convidou para uma refeição. Aproveitando a oportunidade, perguntei como ele havia se tornado cristão.

“Foi um milagre. Eu era marinheiro em um navio de guerra no Pacífico Sul e vivia uma vida desprezível. Fazíamos manobras de treinamento naquela região e renovávamos nossos estoques de suprimentos no porto de Sydney. Ficamos totalmente largados. Em certa ocasião eu estava completamente embriagado e peguei o ônibus errado. Desci na rua George. Ao saltar do ônibus pensei que estava vendo um fantasma quando um homem apareceu na minha frente com um folheto na mão e perguntando: ‘Marinheiro, você está salvo? Se morrer hoje à noite, você vai para o céu?’ – O temor de Deus tomou conta de mim imediatamente. Fiquei sóbrio de repente, corri de volta para o navio e fui procurar o capelão. Ele me levou a Cristo. Com sua orientação, logo comecei a me preparar para o ministério. Hoje tenho a responsabilidade sobre mais de mil capelães da Marinha, que procuram ganhar almas para Cristo”.

“Desculpe, mas você é salvo? Se morrer hoje, vai para o céu?”

Seis meses depois, viajei a uma conferência reunindo mais de cinco mil missionários no Nordeste da Índia. No final, o diretor da missão me levou para comer uma refeição simples em sua humilde e pequena casa. Também perguntei a ele como tinha deixado de ser hindu para tornar-se cristão.

“Cresci numa posição muito privilegiada. Viajei pelo mundo como representante diplomático da Índia. Sou muito feliz pelo perdão dos meus pecados, lavados pelo sangue de Cristo. Ficaria muito envergonhado se descobrissem tudo o que aprontei naquela época. Por um tempo, o serviço diplomático me conduziu a Sydney. Lá fiz algumas compras e estava levando pacotes com brinquedos e roupas para meus filhos. Eu descia a rua George quando um senhor bem-educado, grisalho e baixinho chegou perto de mim, entregou-me um folheto e me fez uma pergunta muito pessoal: ‘Desculpe-me, mas o senhor é salvo? Se morrer hoje, vai para o céu?’ – Agradeci na hora, mas fiquei remoendo esse assunto dentro de mim. De volta a minha cidade, fui procurar um sacerdote hindu. Ele não conseguiu me ajudar mas me aconselhou a satisfazer minha curiosidade junto a um missionário na Missão que ficava no fim da rua. Foi um bom conselho, pois nesse dia o missionário me conduziu a Cristo. Larguei o hinduísmo imediatamente e comecei a me preparar para o trabalho missionário. Saí do serviço diplomático e hoje, pela graça de Deus, tenho responsabilidade sobre todos esses missionários, que juntos já conduziram mais de 100.000 pessoas a Cristo”.

Oito meses depois, fui pregar em Sydney. Perguntei ao pastor batista que me convidara se ele conhecia um homem pequeno, de cabelos brancos, que costumava distribuir folhetos na rua George. Ele confirmou: “Sim, eu o conheço, seu nome é Mr. Genor, mas não creio que ele ainda faça esse trabalho, pois já está bem velho e fraco”. Dois dias depois fomos procurar por ele em sua pequena moradia. Batemos na porta, e um homenzinho pequeno, frágil e muito idoso nos saudou. Mr. Genor pediu que entrássemos e preparou um chá para nós. Ele estava tão debilitado e suas mãos tremiam tanto que continuamente derramava chá no pires. Contei-lhe todos os testemunhos que ouvira a seu respeito nos últimos três anos. As lágrimas começaram a rolar pela sua face, e então ele nos relatou sua história:

“Eu era marinheiro em um navio de guerra australiano. Vivia uma vida condenável. Durante uma crise entrei em colapso. Um dos meus colegas marinheiros, que eu havia incomodado muito, não me deixou sozinho nessa hora e ajudou a me levantar. Conduziu-me a Cristo, e minha vida mudou radicalmente de um dia para outro. Fiquei tão grato a Deus que prometi dar um testemunho simples de Jesus a pelo menos dez pessoas por dia. Quando Deus restaurou minhas forças, comecei a colocar meu plano em prática. Muitas vezes ficava doente e não conseguia cumprir minha promessa, mas assim que eu melhorava recuperava o tempo perdido. Depois que me aposentei, escolhi para meu propósito um lugar na rua George, onde centenas de pessoas cruzavam meu caminho diariamente. Algumas vezes as pessoas rejeitavam minha oferta, mas também havia as que recebiam meus folhetos com educação. Há quarenta anos faço isso, mas até o dia de hoje não tinha ouvido falar de ninguém que tivesse se voltado para Jesus através do meu trabalho”.

Aqui vemos o que é verdadeira dedicação: demonstrar amor e gratidão a Jesus por quarenta anos sem saber de qualquer resultado positivo. Esse homem simples, pequeno e sem dons especiais deu testemunho de sua fé para mais de 150.000 pessoas. Penso que os frutos do trabalho de Mr. Genor que Deus mostrou ao pastor londrino sejam apenas uma fração da ponta do iceberg.

O céu conhece Mr. Genor, e podemos imaginar vividamente a maravilhosa recepção que ele teve quando entrou por suas portas.

Só Deus sabe quantas pessoas mais foram ganhas para Cristo através desses folhetos e das palavras desse homem. Mr. Genor, que realizou um enorme trabalho nos campos missionários, faleceu duas semanas depois de nossa visita. Você pode imaginar o galardão que o esperava no céu? Duvido que sua foto tenha aparecido alguma vez em alguma revista cristã. Também duvido que alguém tenha visto uma reportagem ilustrada a seu respeito. Ninguém, a não ser um pequeno grupo de batistas de Sydney, conhecia Mr. Genor, mas eu asseguro que no céu seu nome é muito conhecido. O céu conhece Mr. Genor, e podemos imaginar vividamente a maravilhosa recepção que ele teve quando entrou por suas portas.

VALEU A PENA ?

“Disse-lhe o Senhor: Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor” (Mt 25.21).

Existem muitas organizações que trabalham com literatura cristã. Inúmeros irmãos fazem uso de folhetos, livros, fitas e revistas para divulgar o Evangelho, mas geralmente não vêem o resultado de suas atividades missionárias. Isso pode causar desânimo, e certamente muitos distribuidores de folhetos já se perguntaram: “Será que vale a pena?”

Com freqüência ficamos sabendo de pessoas que se converteram através de um folheto ou de um livro, ou que foram fortalecidas na fé por meio da literatura. Mesmo que jamais saibamos dos resultados de nossa semeadura, eles são prometidos pelo Senhor (veja Is 55.11). Além disso, um obreiro na “seara do Senhor” não é avaliado pelo número de pessoas que se convertem pelo seu trabalho mas por sua fidelidade no trabalho cristão. Também devemos ter sempre em mente que nós não convertemos ninguém. Só Deus é que pode tocar os corações, despertar as consciências e, pelo Espírito Santo, conduzir uma pessoa à fé em Jesus Cristo. O exemplo citado mostra que Ele faz isso em nossos dias e que pode agir através de muito ou de pouco. Que este testemunho anime os distribuidores de folhetos a continuarem semeando com perseverança a boa semente, que certamente dará frutos a seu tempo.

Fonte : [Chamada ]

20 de janeiro de 2010

Pastor Presidente da Assembleia de Deus na Paraiba se converte ao Islamisno

Pastor se converte ao Islamismo após 15 anos à frente presidência da Igreja Assembleia de Deus - Madureira - da Paraiba

Muitos fatos marcaram a permanência do Pastor João de Deus Cabral a frente da Assembleia de Deus de Madureira na Paraíba. Presidente da Igreja na Paraíba e Secretário Nacional da Igreja no Brasil durante 15 anos, não foram suficientes para ser arrebatado ao Islamismo e servir ao Deus Allah.

A revelação foi feita por João de Deus Cabral durante a madrugada deste sábado ao Programa Sales Dantas na TV Litoral/TV Diário. João de Deus agora tem como principal objetivo de sua vida será servir a Alá e construir uma mesquita nos próximos meses na Paraíba.

João de Deus revelou que durante muito tempo servindo na Assembleia de Deus e proferindo palestras pelo Brasil, sempre era indagado sobre o significado do Natal, sobre a Santa Trindade. Essa busca e interrogações levaram a um estudo interno e a busca pela verdade. Viajou por vários países e chegou a conclusão após 5 anos que não existe a Santa Trindade e que o natal não representava o nascimento de Cristo. Para João de Deus, nome de batismo mesmo, essas datas foram criadas por um imperador de Roma, como forma de estabelecer uma data única que comemorasse dia 25 de dezembro o dia do Deus Sol, mudando logo após para chamarem de nascimento de Cristo, o sol da justiça.

Veja mais sobre a matéria [O Galileo]

O islamismo é a religião que mais cresce no mundo atualmente - e no Brasil não é diferente. O problema é quantificar o fenômeno. O Vaticano anunciou que, pela primeira vez na história, o número de muçulmanos ultrapassou o de católicos no mundo. Islâmicos somam 1,3 bilhão de seguidores ante 1,13 bi de católicos. O crescimento se deve basicamente às taxas de natalidade, mais altas em países islâmicos. Em São Paulo, estima-se em centenas o número de brasileiros convertidos nas periferias nos últimos anos. No país, chegariam aos milhares. O número total de muçulmanos no Brasil é confuso. Pelo censo de 2000, haveria pouco mais de 27 mil adeptos. Pelas entidades islâmicas, o número varia entre 700 mil e três milhões. A diferença é um abismo que torna a presença do islã no Brasil uma incógnita. A verdade é que, até esta década, não havia interesse em estender uma lupa sobre uma religião que despertava mais atenção em novelas como O clone que no noticiário.

A Revista ISTO É em 30/01/2009 publicou uma matéria tratando de especificamente do crescimento do Islã na periferia das cidades brasileiras. A revista conta a história de Carlos, Paulo e Ridson, que se converteram a Alá, e que por conseqüência tiveram seus nomes mudados para Honerê, Malik e Sharif respectivamente. Durante cinco vezes ao dia, os seus olhos ultrapassam o concreto de ruas irregulares, carentes de esgoto e de cidadania, e buscam Meca, no outro lado do mundo.

Segundo ISTO É, (1) ao buscar o coração islâmico do mundo com a mente, os jovens acreditam que o Alcorão é a resposta para o que definem como um projeto de extermínio da juventude afro-brasileira: nas mãos da polícia, na guerra do tráfico, na falta de acesso à educação e à saúde. Homens como eles têm divulgado o islã nas periferias do país, especialmente em São Paulo, como instrumento de transformação política. E preparam-se para levar a mensagem do profeta Maomé aos presos nas cadeias. Ao cravar a bandeira do islã no alto da laje, vislumbram um estado muçulmano no horizonte do Brasil. E, ao explicar sua escolha, repetem uma frase com o queixo contraído e o orgulho no olhar: “Um muçulmano só baixa a cabeça para Alá – e para mais ninguém”.

Caro leitor, há pouco assisti a um vídeo no youtube (2) sobre o crescimento dos mulçumanos no mundo, o que se realmente acontecer, proporcionará aos cidadãos deste planeta momentos de extrema dificuldade, visto que, por razões históricas os que professam a fé em Alá são intolerantes com outras práticas religiosas. Isto posto, sou levado a acreditar que o momento que vivemos é emblemático, e que mais do que nunca devemos deixar de lado o triunfalismo ensandecido que domina parte da Igreja Evangélica, arregaçar as mangas, e pregar a toda criatura o Evangelho da Salvação Eterna.

Colocando Jesus na Parede !





Paz do Senhor amados irmãos em Cristo. Estive um tempo sem atualizar o blog, mas é devido a correria diária que não tenho me organizado para assim fazê-lo.
Hoje gostaria de abrir um espaço para discutirmos algo que me "incomoda" já algum tempo.

Estava eu em um congresso sobre missões aqui na cidade de Blumenau, quando no intervalo entre o almoço e a parte da tarde, um "pregador" introduziu os trabalhos. Louvores, oração, hino da harpa, apresentações ... foi quando a minha "questão de determinar" veio a tona.

- Determine que você é vitorioso, e Cristo por fidelidade a sua palavra vai te abençoar. Basta você determinar. Não aceite a derrota.

Claro que citei este exemplo atual, mas tenho ouvido isso desde 1997 quando me converti. E devo confessar que já disse isso em outras oportunidades que estive orando, ou dirigindo a abertura de algum trabalho.

Ás vezes repetimos apenas, o "jeitinho" de ser evangélico enlatado que já vem pronto. Nem paramos para refletir, questionar, deixar com que o Espírito Santo venha a nos ensinar.
Hoje devo confessar, que esse tal de "determina" me deixa de cabelo em pé. É como se Jesus estivesse contra a parede e nós exigíssemos a restituição de tudo que nos foi tirado. Afinal, basta determinar e tudo "plim" vai acontecer.
Determinar é diferente de pedir. Deus responde nossas petições, mas ignora as nossas ordens.

Vou deixar um texto que li no blog do pastor Ciro, que aprofunda este assunto.
Grande abraço em Cristo Jesus.

Os falsos mestres torcem, falsificam as Escrituras (cf. 2 Pe 3.16; 2 Co 2.17), afirmando que o sentido do termo “pedir” equivale, no grego, a “determinar” e “exigir”. Valem-se da eisegese (não confunda com exegese), método pelo qual se cria uma doutrina, para depois encontrar na Bíblia versículos isolados, que, pretensamente, avalizem interpretações diferentes das usuais e comuns.

É pecado contra o Deus da Palavra e a Palavra de Deus, repito, afirmar que o termo “pedir” em João 14.13; 15.16; 16.24,26 e passagens correlatas significa “determinar”. Fazer isso é querer ajustar a mensagem da Bíblia ao raciocínio humano. Será que todos os eruditos que traduziram as Escrituras para os vários idiomas erraram? Afinal, nenhum deles empregou “determinar” em lugar de “pedir” nas passagens supramencionadas.

João Ferreira de Almeida traduziu o verbo grego
aiteõ, em João 14.13, por exemplo, para “pedirdes” (cf. ARC e ARA). Nas traduções inglesas King James Version e New Internacional Version, empregou-se o verbo ask (pedir). E, na famosa versão espanhola de Casiodoro do Reina, o verbo aplicado foi pediereis. W. E. Vine afirmou: “O verbo aiteõ sugere na maioria das vezes a atitude de um suplicante, a petição daquele que está em posição inferior àquele a quem a petição é feita; por exemplo, no caso de homens ‘pedindo’ algo a Deus (Mt 7.7)...” (Dicionário Vine, CPAD, p.860).

Mas os defensores da “determinação”, quando tentam explicar o seu pecado de torcer a Palavra de Deus, se complicam mais ainda! Asseveram que determinam ao Diabo, e não de Deus! Como explicar, então, as palavras do Senhor Jesus em João 15.16:
“a fim de que tudo quanto em meu nome pedirdes ao Pai ele vos conceda”, posto que foram dirigidas diretamente ao Pai, e não ao Diabo?

Infelizmente, muitos estão “determinando” porque aprenderam a fazer isso com o missionário fulano de tal. Mas o melhor mesmo é aprendermos com o Bom Pastor Jesus Cristo, que disse:
“Pedi, e dar-se-vos-á... Porque aquele que pede recebe...” (Mt 7.7,8).

13 de janeiro de 2010

Deus não está ensaiando ...



Criador quem disse: “Eu anuncio o fim desde o princípio”! Jamais entenderemos o fim, sem compreendermos o princípio de tudo. Tudo está conectado. Tudo faz sentido.

Toda a confusão que se faz em torno da escatologia, se deve à negligência quanto ao início de tudo.

Por que tantos defendem que o mundo caminha para uma destruição iminente? Porque não atentaram para a avaliação que Deus fez da Sua obra.

A criação não é um rascunho. Ela é a obra-prima de Deus.

De acordo com a narrativa de Gênesis, a cada etapa da criação, Deus avaliava Sua obra. Depois de avaliar como boas todas as coisas que criara, Deus emitiu a avaliação final: “Viu Deus tudo o que tinha feito, e que era MUITO BOM” (Gn.1:31). Podemos substituir o “muito bom” por “excelente”. Foi essa a nota que o Criador deu ao conjunto de Sua obra.

Quem insiste com a idéia de que Deus vai destruir este Universo, para criar um melhor, incorre no erro de achar que Deus possa superar a Si mesmo. As Escrituras não dizem que Deus pretende fazer tudo de novo, e sim que Ele fará novas todas as coisas. “Tudo novo” não significa “tudo de novo”. Não se trata de uma nova criação que emirja do nada, mas de uma renovação de todas as coisas. Por isso, podemos afirmar que Deus é o autor da reciclagem. Ele não vai descartar Sua obra, mas reciclá-la por completo.

Nosso Universo não é um laboratório, e tampouco somos cobaias de um deus ainda em formação acadêmica. Ele não está ensaiando a peça, mas a está encenando. Nosso Universo não é um ensaio, é o espetáculo.

Este mundo não é uma experiência, nem uma obra inacabada. “Assim os céus, a terra e todo o seu exército foram acabados” (Gn.2:1). O gênero humano foi, por assim dizer, a pincelada final da criação.

E a criação tem um propósito específico. Ela não é um acidente cósmico, e nem surgiu espontaneamente. “Tudo foi criado por ele e para ele” (Cl.1:16b). Por isso Jesus é introduzido em Apocalipse como o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim, o ponto de partida e a linha de chegada de toda a criação. Tudo converge n’Ele!

Ninguém consegue montar um quebra-cabeça, sem ter um modelo com a imagem que se quer alcançar. Cristo é “a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação” (Cl.1:15). Ele é a imagem que emerge do mosaico da criação.

Ele é o protótipo, o modelo usado por Deus para criar tudo o que há. Por isso se diz que Ele é o princípio da criação. Ele é a imagem que Deus vê refletida em um Universo que Lhe serve de espelho.

Em Cristo, todas as peças do quebra-cabeça da criação se encaixam perfeitamente. Através d’Ele a criação pode refletir a glória do Seu Criador. N’Ele, o Deus invisível revela o Seu rosto. Nas palavras de Paulo, “os atributos invisíveis de Deus, desde a criação do mundo, tanto o seu eterno poder, como a sua divindade, se entendem, e claramente se vêem pelas coisas que foram criadas” (Rm.1:20a). Tudo fica muito nítido e claro, quando miramos a criação devidamente conectada em Cristo. N’Ele tudo se harmoniza perfeitamente.

Se Deus é o Autor da peça, Cristo é o Protagonista, a Criação é o cenário, o Espírito Santo é o Holofote, e nós somos a platéia.

Fonte : [Genizah] escrito por Hermes C. Fernandes

5 de janeiro de 2010

BLOG APOLOGÉTICO? CONTRA QUEM REALMENTE ESTAMOS LUTANDO?


Essa história de blog apologético já ficou sem controle e sem fim para justificar o meio...
A minha concepção era de que esse tipo de blog serviria para defesa da fé...puro engano!
Muitos blogueiros "cristãos" tem utilizado esse espaço para se promover.
O foco agora é outro!
Agora é do quem da mais IBOPE!
O segredo do "sucesso" é divulgar temas polêmicos (falar da vida dos outros), ainda que os temas sejam mentirosos, facciosos, exagerados e extremistas... Vale tudo para ter o maior número de seguidores e postagens super comentadas. Ainda que pra isso o Reino seja depreciado ou utilizado como plano de fundo!
Hoje não se trata mais de denunciar o que está errado, de pregar contra falso evangelho... Hoje interessa mais dizer qual a igreja possui o "selo da salvação" do que realmente promover o Reino de Deus.
O que tem de gente falando besteira e dizendo heresia por ai...
Já vi de tudo...
Sou seguidora de muitos blogs apologéticos sérios e gosto de temas polêmicos também, mas tudo com responsabilidade.Afinal, nossa luta não é contra a carne e o sangue! Costumo publicar o que não concordo e o que acho errado em relação ao mundo gospel,mas tudo com embasamento e não com "achismos" ou de acordo com a minha denominação.
A maioria desse tipo de blog é de conteúdo completamente tendencioso e oportunista. Muita gente querendo puxar a brasa à sua sardinha...
Antes de sair escrevendo e publicando qualquer coisa, façamos primeiro uma análise imparcial dos fatos!
Blog cristão é formador de opinião! Tenhamos mais responsabilidade!

[ Blog Cristiane Carrillo ]