16 de novembro de 2009

A Coroa de Espinhos e a Redenção do Cosmos


Por Hermes Fernandes

Para entendermos melhor a grandiosidade da redenção realizada por Cristo, precisamos compreender a extensão do estrago feito pela Queda/Ruptura. O pecado não apenas atingiu o ser humano, seu protagonista, como também o cenário no qual estava inserido. E isso por causa de profunda ligação entre o homem e a terra. Biblicamente, esses dois termos são muitas vezes intercambiáveis (por exemplo: Sl.96:13; Jr.22:29; Os.1:2; Ap.13:3). Quando Deus fala à Terra, está falando aos seus moradores. O homem não é apenas produto do pó da terra, ele é a Terra, que recebendo o sopro da vida, passa a ter consciência de si mesma, e da realidade na qual está inserida.

O pecado humano não poderia ficar impune. Ele traria resultados que afetariam o homem e o seu ambiente.

“Ao homem disse: Porque deste ouvidos à voz de tua mulher, e comeste da árvore de que te ordenei, dizendo: Não comerás dela, maldita é a terra por tua causa; em fadiga comerás dela todos os dias da tua vida. Ela produzirá também espinhos e abrolhos, e comerás das ervas do campo. Do suor do teu rosto comerás o teu pão, até que tornes à terra, porque dela foste tomado; pois és pó, e ao pó tornarás.” Gênesis 3:17-19.

Até aquele momento, a Terra era um ecossistema perfeito, um verdadeiro paraíso. Todos os seres vivos estavam em harmonia, e submetiam-se prazerosamente ao homem. Lavrar e guardar a terra era uma atividade extremamente prazerosa e gratificante. Mas agora, o trabalho tornar-se-ia penoso, na medida em que a terra passasse a produzir espinhos e abrolhos. O homem e toda a natureza havia se degenerado.

Nas palavras de Paulo, “a criação ficou sujeita à vaidade, não por sua vontade, mas por causa daquele que a sujeitou” (Rm.8:20).

Os espinhos representam a reação da natureza à vaidade humana. Ela que antes estava sujeita ao homem em plena comunhão com seu Criador, agora teria que se sujeitar a um homem rebelde e vaidoso.

Por mais que o homem busque construir um ambiente mais acolhedor, tentando de algum modo reproduzir artificialmente o paraíso perdido, os espinhos o acompanham. Isaías profetiza:“Nos seus palácios crescerão espinhos, urtigas e cardos nas suas fortalezas. Ela será uma habitação de chacais, e lar para as corujas” (Is.34:13).

Não há como fugir, os espinhos estão por toda parte, como lembrança de que nossa natureza está igualmente degenerada, à exemplo da natureza à nossa volta.

Na verdade, os espinhos servem a um propósito benéfico. Eles nos esvaziam quando estamos inflados por nossa própria vaidade. Que o diga Paulo, que para que não se exaltasse pela excelência das revelações que recebera de Deus, recebeu de bônus um espinho na carne.

De fato, o mundo não é mais um lugar seguro pra se viver. E não se trata de um fenômeno novo. Desde a Ruptura, o mundo deixou de ser um lugar seguro para a raça humana.

Não só a terra passou a produzir espinhos, mas o próprio coração humano passou a ser um terreno inóspito para o Espírito de Deus e para a Sua Palavra.

Na parábola do Semeador, Jesus diz que uma parte das sementes “caiu entre espinhos, e os espinhos cresceram e a sufocaram (...) O que foi semeado entre espinhos é o que ouve a palavra, mas os cuidados deste mundo, e a sedução das riquezas, sufocam a palavra, e fica infrutífera” (Mt.13:7,22).

O homem natural não consegue entender as coisas espirituais, pois lhe parecem loucura, já dizia Paulo. Seu coração está tomado de espinhos, devido à sua natureza degenerada. Jesus identifica esses espinhos com “os cuidados deste mundo”, e com “a sedução das riquezas”. Quando ele começa a achar que está conseguindo preencher o vazio de sua alma, esses mesmos espinhos lhe causam perfurações tão agudas, que acabam por ocasionar em um vazio ainda maior.

O que esperar de uma raça caída, com a alma tomada por espinhos? Miquéias, em um momento de desespero, deixa escapar um grito:

“Ai de mim! Estou feito como quando são colhidas as frutas do verão, como os rabiscos da vindima; não há cacho de uvas para comer, nem figos temporãos para que a minha alma deseja. Pereceu da terra o homem piedoso, e não há entre os homens um que seja reto. Todos armam ciladas para sangue; cada um caça a seu irmão com uma rede. As suas mãos fazem diligentemente o mal; o príncipe exige condenação, o juiz aceita suborno, e o grande fala da corrupção da sua alma, e assim todos eles são perturbadores. O melhor deles é como um espinho, o mais reto é pior do que uma sebe de espinhos. Veio o dia dos teus vigias, veio o dia da tua visitação. Agora é o tempo da sua confusão. Não creiais no amigo; não confieis no companheiro. Daquela que repousa no teu seio guarda as portas da tua boca. Pois o filho despreza o pai, a filha se levanta contra sua mãe, a nora contra sua sogra; os inimigos do homem são os da sua própria casa”. Miquéias 7:1-6.

Sentimo-nos envergonhados, e igualmente desesperados quando constatamos a grave situação em que se encontra a humanidade. Corrupção, impunidade, terrorismo, intrigas, são apenas alguns dos espinhos produzidos no terreno inóspito do coração humano sem Deus. Mas o que dizer da Igreja, a nova humanidade recriada em Cristo. O que se deve esperar dela?

“A terra que embebe a chuva que muitas vezes cai sobre ela, e produz erva proveitosa para aqueles por quem é lavrada, recebe a bênção da parte de Deus. Mas se produz espinhos e abrolhos, é rejeitada, e perto está da maldição. O seu fim é ser queimada. Mas de vós, ó amados, esperamos coisas melhores e pertencentes à salvação, ainda que assim falamos”.
Hebreus 6:7-9.

Esta é a promessa de Deus para com o Israel da Nova Aliança: “A casa de Israel nunca mais terá espinho que a pique, nem abrolho que lhe cause dor, entre os que se acham ao redor deles e que os desprezam. Então saberão que eu sou o Senhor Deus” (Ez.28:24).

Somos o povo regenerado por Deus. Somos a nova Criação. Somos a nova Terra. E o prenúncio de que em breve, tudo à nossa volta será igualmente regenerado. O preço pago por Cristo na Cruz, não apenas liquidou nossa fatura, mas também desfez a maldição que pesava sobre a natureza. A coroa de espinhos que Ele trazia em Sua cabeça apontava para a redenção de toda a criação (Mc.15:16-17). A Cabeça da nova humanidade, Cristo, foi perfurada pelos espinhos da nossa vaidade. Antes que os espinhos brotem na terra, eles brotam na cabeça, na mente, na consciência humana cauterizada pelo pecado. Por isso, Cristo teve Sua cabeça coroada de espinhos. Lá na cruz, Deus feito homem, arcou com as conseqüências da Queda.

Uma vez que Cristo tenha pago o preço da redenção da criação, resta-nos trabalhar para que a humanidade se alie ao resto da criação, deixando de ser predadora e destruidora, para ser sua cultivadora e guardiã.

Muçulmanos vão dominar o Brasil ! ? Será ?


PS : Recebi email, e para ficarmos atentos.

Pr. Eli Fernandes de Oliveira

Estive, dias atrás, na Turquia, acompanhado do Pr Walmir
Vargas, Ministro de Educação Cristã da LIBER. Em Istambul, unimo-nos a uma caravana de 45 membros da Igreja Palavra Viva, liderada por seu pastor e meu querido amigo, Lamartine Posella, conhecido líder evangélico no Brasil. Visitamos as cidades das sete igrejas do Apocalipse, depois do que voltamos para o Brasil em vôo da Turkiesh Airlines, Istambul/São Paulo, com escala em Dakar, capital do Senegal. Assentou-se ao meu lado um jovem universitário senegalês, muçulmano, El Hadí, com 26 anos, muito educado. Orei ao Senhor e, percebendo que ele falava também inglês, abordei-o acerca de Jesus. El Hadí ouviu-me atentamente, também formulou algumas perguntas interessantes, e até aceitou orar comigo, erguendo suas mãos como eu, repetindo as palavras à medida em que eu orava. Pedi que Jesus Cristo entrasse no seu coração e o ajudasse em sua compreensão espiritual.

Qual não foi minha surpresa quando um homem barbudo, de sorriso estranho, maldoso, com veste e turbante brancos, veio à nossa poltrona, dizendo que ouvira nossa conversa. Dirigindo-se ao jovem senegalês, perguntou-lhe:“Por que você, muçulmano, está ouvindo as palavras desse cristão que o quer converter? Você é quem deveria lhe falar de Maomé”. Aquele lugar foi tomado de uma forte opressão. A cada palavra que eu ministrava sobre Jesus, o único Senhor e Salvador, aquele homem desprezava-O, ressaltando o nome de Maomé, sempre em tom arrogante e agressivo. Quando lhe perguntei se desceria no Senegal, disse-me que estava indo para São Paulo.

Mostrou-me umas anotações, nas quais estava escrito: Santo Amaro, de 9 a 11. Ainda falou-me o que aconteceria no bairro de Santo Amaro: um encontro de líderes muçulmanos, para planejar a conversão da América do Sul para o islamismo. “O Brasil será de Maomé em breve, a Europa também logo será muçulmana”. “O cristianismo está para se acabar e o mundo será islâmico”. E repetiu: “Maomé é o Profeta de Deus! Noé, Abraão, Moisés e Jesus foram profetas, mas Maomé é o maior, o último e o mais importante”.

Enquanto o enfrentava, os evangélicos no avião davam-me cobertura espiritual, percebendo a luta e orando com fervor. Deus concedeu-me, por seu poder, a firmeza e a autoridade espiritual para encarar aquele homem desdenhador de Jesus Cristo.

Após reafirmar-lhe que, um dia, diante de Jesus. “todo joelho se dobrará e toda lingua confessará que Jesus é o Senhor, para a Glória de Deus Pai” e de assegurar que Jesus “é o único caminho, verdade e vida, e que ninguém vai ao Pai, senão por Ele”, encerrei aquela tensa conversa, ordenando-lhe que se afastasse. Aquele homem retirou-se, diante da autoridade com que Deus me investira para o enfrentamento firme, e por minha inabalável convicção acerca de Jesus.

Em conversa com meu amigo e colega Lamartine, e em espírito de oração, resolvemos que, ao chegar a São Paulo, quando fôssemos retirar nossas bagagens, abordaríamos aquele líder muçulmano, declarando-lhe que o Brasil é de Jesus Cristo! E que Deus fecharia as portas para a ação evangelizadora muçulmana em nosso país.

Ontem, dia 06, tive a oportunidade de pregar na PIB de São Paulo, pela manhã, na reunião dos pastores das igrejas batistas do centro, na qual também estavam presentes 4 obreiros da Missão junto aos árabes. Ali tomei conhecimento da magnitude desse encontro Islâmico com a presença significativa de líderes de diversos países. O quadro ficou completo: Entendi que Deus nos permitiu o enfrentamento do líder muçulmano, fanático, naquele vôo, a fim de que nós cristãos obtivéssemos, dele mesmo, as informações do que planejam: discutir estratégias de forma a, segundo ele, converter o Brasil e o mundo à fé islâmica. Não fosse assim, dificilmente saberíamos tanto, com tanta antecipação.

Mas, agora, o que fazer? O que Deus quer de nós? Sei que não é oportuno o simples uso de chavões inconsequentes, corriqueiros. Volto às circunstâncias em que se deu aquele episódio: A ira do kwaitiano ao me ouvir evangelizando um muçulmano senegalês durante o vôo de regresso ao Brasil. A Bíblia dá-nos conta de que os crentes daquelas sete igrejas da Ásia Menor, de onde estavamos vindo, se descuidaram, um dia, do padrão do Senhor, não deram ouvido às advertências a elas dirigidas pelo Cristo ressurreto, e foram derrotados, banidas totalmente! E hoje, 99% dos moradores daquele país, a Turquia, são muçulmanos! Deu para entender? Lá fomos derrotados mesmo!

À vista destes acontecimentos, quero conclamá-los a que nos unamos, neste momento, em fervorosas orações. Apelo-lhes a que reconheçam as razões pelas quais o cristianismo foi derrotado nas 7 igrejas. Arrependamo-nos e voltemos a uma vida de santidade e de compromisso única e absolutamente com Jesus, com as Escrituras e com Sua Igreja, para que a derrota não se repita mais! O recado do Apocalipse continua sendo o mesmo para nós, hoje: “Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas”!

Ora, fomos derrotados quando perdemos o primeiro amor (Ap 2.4); quando não fomos fieis até a morte (Ap 2.10); quando permitimos heresias em nosso meio (Ap 2.14,15); quando deixamos de ser como Jesus (Ap.2.20); quando matamos nossa vida espiritual (Ap. 3.1); quando não retivemos as bênçãos recebidas (Ap. 3.11); quando nos permitimos permanecer sob o jugo de dois senhores (Ap.3.15,16).

O jovem senegalês desceu em Dakar, deixando-me seus contatos e pedindo que eu não me esquecesse dele, inclusive convidando-me a visitar o Senegal, hospedando-me em sua casa. O fanático e agressivo Kuaitiano está agora aqui em São Paulo, ultimando os preparativos para a sua ofensiva religiosa, juntamente com outros líderes, para converter o Brasil e a América do Sul a Maomé.

Lá, na Turquia, terra do apóstolo Paulo e onde ele foi pastor em Éfeso por cerca de dois anos e meio, onde João também exerceu profícuo pastorado – é repetido constantemente pelos guias turísticos que quando João chegou em Filadélfia a cidade inteira se converteu – , onde também Policarpo foi pastor na Igreja de Esmirna, no segundo século. Sim, lá na Turquia mataram nossos profetas, homens de Deus, e nos expulsaram violentamente daquele País. Após a "tomada" de Constantinopla pelos turcos, o País inteiro se “converteu” sob imposição ao Islamismo, e os cristãos se retiraram cabisbaixos, derrotados.

Será que vamos permitir que quadros semelhantes venham se repetir, e agora em nossa amada terra e Continente? Em nome de Jesus, outra vez NÃO!

Para que sejamos vitoriosos contra estas investidas devemos pagar o preço, conforme está dito em II Crônicas 7.14:
“SE MEU POVO QUE SE CHAMA PELO MEU NOME ORAR, BUSCAR A MINHA FACE E SE CONVERTER DE SEUS MAUS CAMINHOS, ENTÃO EU OUVIREI DOS CÉUS, PERDOAREI OS SEUS PECADOS E SARAREI A SUA TERRA!”

Coloquemo-nos, pois, de joelhos, jejuemos, oremos a nosso Deus e Ele nos ouvirá, certamente. E o Brasil será de Jesus, até Sua volta!
Esse é tempo de oração, de luta espiritual! Estejamos em oração nestes dias!

Ore e divulgue essa matéria àqueles que fazem parte de seus grupos de e-mails de intercessão. Vençamos através da, para a glória de Deus e para o feliz estabelecimento do Seu Reino que é de paz, perdão e vida eterna, na pessoa de Seu Filho Jesus Cristo, único e suficiente Salvador!

Amém!

Pr. Eli Fernandes de Oliveira
IB da Liberdade – São Paulo
Presidente da CBESP

ONTEM NO FANTASTICO PASSOU UMA REPORTAGEM SOBRE ELES DISTRIBUIRAM VÁRIOS BRINQUEDOS EM SÃO PAULO ELES NÃO ESTÃO BRINCANDO!!!!!

15 de novembro de 2009

Árvore de Natal e o Cristão ?


O cristão pode ter árvore de Natal em casa? E, quanto à exposição das crianças à figura pagã de papai Noel?

Amados internautas, confesso que eu tenho evitado essas questões de papai Noel e árvore de Natal neste blog, haja vista ser um assunto que pode fazer um neófito pôr tudo a perder, deixando de considerar outros valiosos assuntos constantes deste espaço. Mas, em razão da insistência de vários irmãos, resolvi fazer algumas considerações.

Em Eclesiastes 7.16,17 vemos que não devemos ser nem demasiadamente justos nem demasiadamente ímpios. Isso indica que a Palavra de Deus não exige de nós uma santificação inatingível ou impossível de ser praticada. Ao mesmo tempo, está implícito que não nos é vedado o entretenimento, desde que feito com moderação. Essa é a explicação mais plausível para a frase “não sejas demasiadamente ímpio”. Podemos, pois, desfrutar de certos prazeres, como ir ao shopping com a família, participar de festas, etc., sem que nos contaminemos.

De acordo com os princípios contidos em 1 Coríntios 6.12; 10.23,31, tudo nos é lícito, porém temos de ter maturidade para não nos contaminarmos com o mundo. É claro que papai Noel e árvore de Natal estão atrelados, em sua origem, ao paganismo. Mas nenhum crente em Jesus Cristo põe uma árvore de Natal em sua casa em louvor a ídolos. Presume-se que um cristão tenha o mínimo de maturidade para entender que a árvore se trata apenas de um símbolo natalino, empregado em todo mundo dito cristão.

Não podemos confundir a origem pagã com o uso hodierno. Caso contrário, teremos de proibir o vestido de noiva, o bolo de aniversário, etc. É claro que não ignoramos o fato de haver muito de paganismo na festa de Natal; também estamos cientes de que as pessoas do mundo estão cada vez mais distantes da centralidade do Natal: Jesus Cristo, o Salvador do mundo. Por outro lado, discriminar um irmão que tem uma árvore de Natal em casa ou proibir uma criança de admirar o chamado bom velhinho, num shopping center, são atitudes extremadas.

Quais são as únicas pessoas que, de fato, acreditam em papai Noel? As inocentes crianças. E de nada adianta os pais quererem proibi-las desse encantamento natural, que, aliás, não se dá apenas em relação ao Noel. Elas ficam encantadas com todo e qualquer boneco, palhaço, etc. Isso é coisa de criança.

Tudo nessa época do ano gira em torno de enfeites coloridos, com desenhos de papai Noel, árvores de Natal, etc. Caso os pais sejam extremistas, terão de proibir as crianças também de ir a shopping center, freqüentar aulas a partir de novembro, assistir a desenhos animados que mencionem papai Noel ou árvores de Natal, etc. Seria mesmo saudável impedir os infantes de terem esse contato com o mundo da fantasia, própria desse período da vida? Por outro lado, será que esses pais, preocupados com essa questiuncla, têm ensinado seus filhos em casa (Dt 6.7) e os levado à Escola Bíblica Dominical?

O que disse Paulo, em 1 Coríntios 13.11? “Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino”. Ou seja, nenhuma pessoa, depois de atingir a fase adulta, continua acreditando em papai Noel. Por que, então, os pais vão tirar essa alegria única da criança? Isso, psicologicamente, as prejudicará, tornando-as tristes, enquanto os seus coleguinhas vão estar se alegrando com as cores e novidades do Natal! Vale a pena ser tão inflexível?

Geralmente, crentes extremistas que verberam contra papai Noel e árvores de Natal são os mesmos que, inconscientemente, louvam ao “deus papai Noel”. Por quê? Porque só vão aos templos para receber, receber, receber... Não vão ao culto para adorar a Deus, mas comportam-se como se o Senhor fosse o bom velhinho do Pólo Norte, que entra no templo com um saco de presentes nas costas... Nunca dizem: “Hoje estou aqui para adorar a Jesus”. O seu pensamento é: “Hoje eu vim receber a minha bênção”.

E eu pergunto, amados internautas, o que é pior: montar uma árvore de Natal em casa ou ter um conceito errado acerca de Deus, pensando que Ele é um papai Noel?


Fonte : http://pastorciroresponde.blogspot.com/2008/12/o-cristo-pode-ter-rvore-de-natal-em.html

Artistas ou Adoradores ?

Sede, pois, imitadores (iguais) de Deus..." – Ef 5:1-17.

Vivemos dias difíceis dentro das nossas igrejas. Muitos pensam que estamos vivendo um grande avivamento. Na verdade, confundimos avivamento com “movimento” ou “animamento”, ou seja, pensamos que templos cheios, grandes shows e grandes eventos, são sinônimos de grande e poderoso avivamento!

Muitos líderes se preocupam com seus "bolsos", inibindo a Sã Doutrina e “sufocam” a glória de Deus; permitem que pessoas saiam dos cultos vazias sem preparação e unção para enfrentarem as adversidades. Muitos abraçaram a obra de Deus mas não o Deus da obra, conhecem a história de Jesus mas não o Jesus da história. Para manter uma igreja cheia permitem que a adoração ao Senhor seja mesclada com costumes que vão contra a Bíblia. Infelizmente, as nossas igrejas estão cheias sim... de pessoas vazias!

Outros têm trazido para dentro das nossas congregações modelos do mundo, em outras palavras, “saíram do mundo”, mas o mundo não saiu dentro deles! Na área da música, tem sido algo visível, quando muitos dos chamados “músicos cristãos” tem trazido a realidade do mundo e a prática secular para dentro das nossas igrejas, é o comportamento, o estilo de vida, os conceitos, os valores, etc.

O avivamento começa pelo quebrantamento, pelo arrependimento, pela mudança de mente e coração! Precisamos orar, clamar e pedir ao Senhor para que venha sobre nós um verdadeiro avivamento, então seremos transformados! “Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra” (II Cr 7:14).

"Artistas"... Modelo do mundo
Como mencionei, muitos músicos chamados "cristãos", tem imitado modelos do mundo sem Deus, querem ser conhecidos como “artistas” e “pop stars”! Imitam artistas seculares, são orgulhosos, soberbos, exigentes e egoístas. Buscam plataforma e visibilidade, querem ser reconhecidos, se consideram “estrelas” e querem “brilhar”! Muitos destes músicos deixam seus pastores e líderes cansados e incomodados com suas atitudes e formas orgulhosas de serem. Se nos encaixamos neste modelo, devemos saber o que a Bíblia nos declara: "A soberba do homem o abaterá, mas o humilde de espírito obterá honra” (Pv 29:23).

Ao Senhor pertence o louvor e todo o reconhecimento: "... o louvor, e a glória, e a sabedoria, e as ações de graça, e a honra, e o poder, e a força sejam ao nosso Deus pelos séculos dos séculos. Amém" (Ap 7:12).

"Adoradores"... Modelo de Deus
O Pai está procurando os verdadeiros adoradores (Jo 4:23). O músico que é um verdadeiro adorador não é um "estrela" e também não tem nenhum tipo de compromisso com este tipo de reconhecimento, mas é um salmista, ministro do altar, submisso, servo e homem de Deus. Não tem compromisso com a glória do homem, mas sim com a glória de Deus. É aquele músico que além de executar bem a sua arte, é consagrado a Deus e separado para Ele; e com certeza, sabe a respeito da necessidade que há da unção do Espírito Santo em sua vida, assim como em sua música. É um músico aprovado por Deus e pelos homens, pois os seus frutos o acompanham! “Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar...” (II Tm 2:15). Observe o exemplo de Davi no livro de I Sm 16:14-23 – era aprovado por Deus e pelos homens.

Jesus... Modelo de adorador

1- Jesus não buscava reconhecimento e glória. Não buscava seus interesses e benefícios pessoais (Mt 4:8-10).
2- Jesus era obediente a voz do Pai (Fp 2:8).
3- Jesus tinha compaixão pelas pessoas e por isso as resgatava para o reino de Deus (Mt 9:35-36).
Este é o principal desafio para nós, músicos cristãos, sermos imitadores do nosso melhor modelo de adorador que é Jesus! Sejamos imitadores de Cristo!
Deus abençoe!

Fonte : http://bereianos.blogspot.com/2009/10/artistas-ou-adoradores.html

Shekinah ou Shekiná ? Reflexão !

É normal ouvirmos em nossos cultos, congressos, seminários, a palavra “Shekiná”. Desde adolescente ouço esta palavra na igreja. Pregadores a usam com freqüência. Os “ministros do louvor” têm o hábito de usá-la. Temos até um cântico muito conhecido: “Derrama a tua “shekiná” sobre nós.

Agora pergunto: De onde tiramos a palavra “shekiná”? O que significa esta palavra? Será “shekiná” uma expressão encontrada nas Escrituras?

Começando pela última pergunta, a palavra “shekiná” não é encontrada em nenhum lugar das Escrituras! Penso que você neste momento está perplexo. Esses dias atrás, pregando em uma grande igreja aqui em São Paulo, falei sobre isto no púlpito e imagine a reação do plenário, bem como dos obreiros. Após o término do culto, várias pessoas me pararam e diziam: “Pr Marcelo, já ouvi “pregadores de renome” falar isso!Faz tantos anos que ouço todos falarem desta palavra “shekiná”, será mesmo que o sr. não está enganado?

Exatamente aqui reside nosso problema. Nós ouvimos os “grandes pregadores” falarem, e aceitamos tudo. Não procuramos pesquisar, averiguar, perscrutar. Tudo o que é novidade, e é falada por alguém de “peso”, nós aceitamos e logo começamos a falar. Falta em nosso meio, cristão bereanos, que analisam a cada dia as Escrituras, para verem se está correto ( At 17.11). Notemos que era Paulo que estava pregando! Homem de cultura invulgar, conhecedor de toda lei judaica, e acima de tudo, um dos maiores pregadores que o mundo conheceu. Ora, se Paulo teve que passar no crivo dos bereanos, o que dizer de nossos pregadores? Serão estes maiores que Paulo?

Mas voltando ao assunto da palavra “shekiná”, este vocábulo não aparece na Bíblia Judaica [ Tanakh] nem no N.T, sendo uma palavra derivada da raiz hebraica -נ -כ- ש (sh-k-n), cujo significado é "habitar", "fazer morada". Se perguntarmos a qualquer irmão, o que significa esta palavra, todos dirão: "a glória de Deus, presença de Deus". Acontece que, “shekiná” não significa nada disso! O vocábulo “glória” no hebraico é “kavod” – o peso da glória de Deus.

A Shekiná, como uma idéia concreta, aparece só na literatura rabínica, havendo somente "alusões" a esta presença divina, no meio do povo de Israel, na Torá, quando Deus disse ao seu povo :

עָשׂוּ לִי מִקְדָּשׁ וְשָׁכַנְתִּי בְּתֹוכָֽם׃: Ve Asu Li Mikdash Ve Shakhanti Betocham

- "e fareis um santuário para Mim, e habitarei no meio deles (dos israelitas)"[1];"וְשָׁכַנְתִּיבְּנֵי יִשְׂרָאֵל, וְהָיִיתִי לָהֶם לֵאלֹהִים" - "e habitarei no meio dos filhos de Israel, e serei-lhes por Deus"[2]; e יְהוָה צְבָאֹות הַשֹּׁכֵן בְּהַר צִיֹּֽון׃ "o Eterno dos exércitos, aquele que habita em Sião"[3].

Conclusão

בְּתוֹךְ

Vimos por meio deste singelo estudo que a palavra “shekiná” não está nas Sagradas Escrituras. Aprendemos também que “shekiná” não significa : glória, presença de Deus. Ela vem da raiz “shakhan” que significa – habitar, fazer morada. Esta idéia de “skekiná” aparece somente na literatura rabínica, onde os judeus cabalistas [4] começaram a usá-la a partir do séc XIII. Devemos estar sempre prontos a aprender e não ir além da Escritura. Foi o que Lutero disse para Erasmo: “ A única diferença entre eu [ Lutero] e você [Erasmo] é que eu me coloco debaixo da autoridade das Escrituras, e você se coloca acima dela.

No amor de Jesus, Pr Marcello de Oliveira.

Fonte : http://bereianos.blogspot.com/2009/11/shekina-de-deus-esta-aqui-shekina.html

Notas:
[1] Exodo 25.8
[2] Exodo 29.45
[3] Isaías 8.18
[4] Cabala é um sistema religioso-filosófico que investiga a natureza divina. Kabbalah (הלבק QBLH) é uma palavra de origem hebraica que significa recepção. É a vertente mística do judaísmo.

14 de novembro de 2009

Sou Bissexual e Daí ?

A onda agora não é mais ser homossexual, é ser bi. A afirmação de uma famosa cantora pop diz tudo sobre essa opção: “Se eu posso ser bi pra que ser hetero?”

É, as coisas mudaram, o pós-modernismo até nisso mexeu. A pluralidade promovida por ele atingiu a sexualidade e o comportamento de gente que tava escondida e fez essa galera colocar a cara pra bater. Hoje, no Brasil inteiro vemos manifestações de bissexualidade informais. Isso é, demonstrações nas grandes aglomerações da preferência variada quando se fala de relacionamento amoroso. Meninas beijando meninas mas azarando meninos, homens com namoradas que assumem sua predileção por beijar outros homens e assim por diante.

Não estou aqui pra dizer que isso é doença ou aberração da natureza, mas pra colocar minha opinião de que isso é no mínimo estranho. O “uso natural” nos permite fazer uma comparação com o que anda acontecendo por aí. É uma confusão só.

Precisamos orientar nossos jovens com relação ao que a Bíblia diz sobre esse tema tão difundido hoje em dia.

E no mais, tudo na mais santa paz!

Fonte : Púlpito Cristão

A comunicação do evangelho e as barreiras culturais

A pregação do evangelho é um desafio transcultural, isso porque a essência do evangelho transcende a cultura. Já nos seus primórdios a mensagem cristã ultrapassou a fronteira da cultura judaica, alcançando os samaritanos, os gregos e os romanos. Para pregar suas imperiosas verdades, os apóstolos e escritores sagrados não se valeram da linguagem culta dos acadêmicos, mas do grego simples falado no mercado, o koiné. Desse modo, os primeiros pregadores conseguiram quebrar a primeira grande barreira cultural, a da linguagem, e alcançar aquela população que não tinha acesso à lingua culta. Considerando que estes compunham não menos que 70% da população, podemos concluir que pregar e registrar a história e doutrina de Cristo em koiné foi uma das investidas mais sábias que a igreja já teve.

Para pregar o evangelho de modo eficaz, Jesus e os apóstolos também tiveram que romper inúmeros paradigmas da religião e cultura judaica. Se o evangelho tinha como alvo os pecadores, então era tempo de abandonar a postura asceta de ermitões religiosos e conviver com os devassos, cumprindo o chamado para ser sal e luz. Os gentios já não eram cães nem impuros, mas objeto do amor do Abba. É por isso que vemos Jesus relacionando-se com pecadores, com homens e mulheres de péssima reputação, e a estes – que eram desprezados pela religião – Ele se apresenta como caminho, verdade e vida. Convidado pelo publicano Levi, Jesus sentou-se à mesa com ladrões e falou a eles do amor de Deus. Ao passar por Samaria, se deteve junto ao poço de Jacó e falou de verdades importantes a uma mulher de vida escandalosa. A mensagem obteve êxito, e aquela mulher acabou se tornando a primeira missionária entre os samaritanos.

Em Jesus, os paradigmas transculturais começaram a desabar ainda antes do seu nascimento. A kenósis (esvaziamento por ocasião da encarnação) é o momento chave da transculturalização do evangelho. Jesus, o verbo divino, se vestiu de carne. E não era apenas uma roupagem humana; Jesus foi totalmente humano – ainda que divino. A encarnação foi o momento em que Deus abriu mão da glória eterna para experimentar a nossa humanidade. Na sua empatia, o Filho de Deus conseguiu conquistar a nossa confiança e afeto. Ele poderia vir em sua realeza, com carros e cavalos de fogo, e falando a “língua dos anjos”, mas preferiu vir como homem. Sujeito as mesmas limitações, Jesus foi igual a nós em tudo, exceto no pecado.

Nenhuma cultura, seja nacional, regional ou religiosa, pode se interpor ao kerigma de Cristo. A pregação do evangelho, tal como nos dias de Jesus, deve transpor as barreiras e imposições culturais. Quando necessário, devemos ser como judeus para os judeus, e falar como gregos aos gregos. Nossa bagagem “evangélica” nem sempre traz benefícios a “pregação evangélica”. A linguagem gospel é restrita ao guetho, portanto, eficaz somente dentro do âmbito dos seus participantes. Enquanto os nossos pregadores se mantiverem fechados no que diz respeito à linguagem e a cultura, não conseguiremos impactar a nossa gente com um evangelismo eficaz.

O verdadeiro evangelista é aquele que abre mão da própria cultura para assumir a cultura daquele a quem deseja alcançar. Jesus fez isso ao assumir a nossa humanidade. Portanto, ninguém que não seja capaz de abrir mão das suas “excentricidades evangelicalóides” em prol dos perdidos deve fazer-se chamar de evangelista, pastor ou pregador do evangelho.

Fonte : http://bereianos.blogspot.com/2009/11/comunicacao-do-evangelho-e-as-barreiras.html

9 de novembro de 2009

Memorial das Assembléia de Deus no Brasil


CPAD lança museu e Memorial Virtual do Centenário das Assembléias de Deus no Brasil: clique aqui para ler o livro.

Vampirismo, REAL ?


Este fim de semana, o Pastor Adão alertou sobre o livro o “Crepúsculo” que sutilmente tem entrado nos lares, então me deixe falar um pouco mais sobre esta moda de “vampirismo” que vem tomando força no mundo neste presente momento.

A intenção de Satanás é IMPEDIR que todos venham conhecer a verdade que está em Jesus Cristo. Quanto mais estarmos ocupados em coisas que levam a morte, menos tempo temos para as coisas de Deus. A cada tempo surge um novo “frisson” entre a Juventude para ajudar os jovens a estabilizar a sua rebeldia diante a um mundo que não os compreende. Assim surge os movimentos hippies, os “Rasta Faris”, Nova Era, os EMOS, OS Góticos e agora de forma assustadora, os Vampiros.

Atualmente a Televisão tem tido duas minisséries que a audiência tem superado recordes a cada programa. A Minissérie TRUE BLOOD que é transmitida pelo canal HBO, conta a história de Vampiros que sub-existem com seres humanos. São episódios que giram em torno de Sexo, Drogas e Violência. Tive a oportunidade de ver na abertura da série cenas de igrejas pentecostais e cenas de batismo em águas, colocando supostamente as coisas da igreja como ultrapassadas e retrógadas.

Outra Minissérie que vem estourando na audiência é a “THE VAMPIRE DIARIES”. Outra história que fala de “amor” e “romance”. Mascarando em doces melodias os ecos vindo diretamente do Inferno para dentro de nossas casas. Essa á a tática usada, o Romantismo.
Já o livro CREPÚSCULO e a série de Livros de Stephenie Meyer tem alcançado multidões. Em alguns sites dizem que o livro Crepúsculo é mais vendido e lido que a Bíblia. Esquecendo as comparações, o livro já tem milhões de cópias vendidas em todo o mundo e no Brasil sustenta a posição no top de vendas a várias semanas. A série conta ainda com os livros Eclipse, Amanhecer e Lua Nova. Todos os livros ganharam um contrato com Hollywood e seus filmes tem causado uma avalanche nos cinemas. No Brasil, Crepúsculo já está nas locadoras e Lua Nova estará sendo lançado em Novembro.


Atualmente no cinema está em cartaz o filmes “CAÇADORES DE VAMPIRAS LÉSBICAS”, a julgar pelo título o filme deve ser bom deve ser o mesmo. Mas estes últimos tempos temos sido bombardeados com histórias doces de vampiros. Temos a Trilogia do UnderWorld que levou milhões de pessoas as telas de cinema. Não podemos esquecer do Blade que também foi uma trilogia, temos filmes de galãs famosos como Brad Pitt e Tom Cuise como “Entrevista com um Vampiro”. Além de outros filmes recentes como “30 dias de noite”, “Vampiro Assistente”,”Sede de Sangue”, “BloodRayne”,”Criatura Perfeita”,”Guardiões da Noite” ..entre outros.
Enfim, o assunto de Vampiros está na mídia de forma forte e o alvo é a nossa Juventude. O que tem acontecido em alguns segmentos da sociedade provocado por estes filmes ? Preste atenção que falo com conhecimento de causa, pois vim de uma raiz gótica, minha juventude eu perdi no meio da escuridão da noite, hoje graças a Deus sou 12 anos liberto.

Jovens em reuniões, bebem sangue em do outro em “sinal” de amizade, lealdade, amor, como prática de uma filosofia vampirista. Se vestem de preto, usam maquiagem para a pele ficar mais branca e os olhos mais pretos. Dormem de dia, procuram prazeres nas noites e madrugadas, mudam o vocabulário e a filosofia de vida. Isto já acontece em diversas vidas afetadas por esta nova moda. Estou pegando leve ainda. Tenho um conhecido que arrancou os dentes da frente e colocou dois implantes ponte agudos para se tornar mais parecido com um vampiro. Amados, fiquem vigiando para que esta maldição não entre nos seus lares também.
Procurem no YOUTUBE ou no GOOGLE e se espantem com a numerosa informação sobre sociedades de vampirismo. Inclusive em Blumenau, comunidades e vídeos de jovens que se reúnem para discutir a teoria do vampirismo.

O sangue é uma moeda espiritual. Com sangue fomos comprados. Pelo Sangue de Jesus nós temos a vida eterna. É também pelo derramamento de sangue que existe a atuação de demônios. Usarmos o sangue para encontrarmos qualquer sentimento de satisfação em nossas vidas é um escárnio contra o sangue de Cristo.

Veja oque a Bíblia diz :

Hebreus 10:29 (BLH) Então, o que acontecerá com os que desprezam o Filho de Deus e consideram como coisa sem valor o sangue do acordo de Deus, que os purificou? E o que acontecerá com quem insulta o Espírito do Deus que o ama? Imaginem como será pior ainda o castigo que essa pessoa vai merecer!

Apoc. 5:9 (Jer) ... com seu sangue compraste homens para Deus.

Colossenses 1:14 (Liv) ... foi ele que comprou nossa liberdade com seu sangue e perdoou nossos pecados.

Romanos 5:9 (RC) Logo muito mais agora, sendo justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira.

Levíticos 17:11 (RA) Pois a vida da carne está no sangue...

Mateus 26:27,28 (Phi) ..."Bebam isso, todos vocês, pois é o meu sangue, o sangue do novo acordo derramado para libertar muitos de seus pecados.

Marcos 14:24 (TEB) Jesus disse, "Este é meu sangue que é derramado para muitos, meu sangue que sela a aliança de Deus".

Lucas 22:20 (JNT) "Este cálice é a nova aliança ratificada pelo meu sangue, que está sendo derramado por vocês.

1 Coríntios 11:25 (NVI) ... "Este cálice é a nova aliança no meu sangue; façam isto, sempre que o beberem, em memória de mim".

1 Coríntios 10:16 (NVI) O cálice da bênção que abençoamos não é uma participação no sangue de Cristo? E o pão que partimos não é uma participação no corpo de Cristo?

Efésios 2:13 (RA) Mas agora em Cristo Jesus, vós, que antes estáveis longe, fostes aproximados pelo sangue de Cristo.

Vigiemos..e Vigiemos. Que esta maldição não alcance nossos lares também.

8 de novembro de 2009

Se o Diabo pregar a verdade (Spurgeon)


Irmãos, é de suma importância na obra do ministério que o pregador seja um homem iluminado por Deus. Não se trata de que a educação deva ser desprezada; pelo contrário, não podemos esperar que o Espírito Santo, nesses dias, conceda aos homens o conhecimento das línguas, se eles podem adquiri-lo mediante um perseverante estudo. A regra divina é: Nunca produzir um milagre supérfluo. Com as faculdades e os poderes que possuímos, temos que apresentar à Deus nossos membros como instrumentos de justiça.

Então, no que concerne à educação do homem, nós cremos que Deus nos delega isso, pois se podemos fazer, não há necessidade de que realize-se nenhum milagre. Porem, ainda que o homem esteja educado de uma maneira excelente, segue sendo, nessa condição, uma massa de barro; Deus tem que soprar em suas narinas o alento de vida espiritual como pregador, pois do contrario não poderia prestar nenhum servico e sería mais certamente um peso morto para a Igreja de Deus.

O que diremos, então, desses homens que passam ao púlpito porque o sustento familiar é débil, ou porque, talvez, sendo grandíssimos inaptos, seja para o exército, seja para a advocacia, necessariamente precisam ser colocados ali onde sua manutenção pode ser obtida com mais facilidade, na igreja?

Qual deplorável é este pecado em nossos tempos: que as mãos episcopais pousem sobre os homens, declarando que são guiados ao ministério pelo Espírito Santo, quando ainda nem sequer sabem se há um Espírito Santo, no tocante a qualquer conhecimento prático de Seu poder em seus próprios corações! O dia finda, assim espero, em que os homens são mais destros para a caça à raposa do que para pescar uma alma e, em geral, Deus está levantando nesta terra um espírito de decisão enquanto a este ponto: o cristão tem que ser um homem que conhece na prática, em sua própria alma, as verdades que pretende pregar.

É verdade que Deus poderia converter almas por meio de um mal pregador. Vamos, se o diabo pregasse, não me surpreenderia que algumas almas se convertessem, se ele pregasse a verdade. É a verdade, e não o pregador. Os corvos, mesmo sendo pássaros imundos, levaram a Elias seu pão e sua carne: e os ministros imundos podem, algumas vezes, levar aos servos de Deus seu alimento espiritual; porem, apesar disso, Deus diz aos ímpios: “O que você tem a falar sobre a minhas leis?” O ministro tem que ser um homem ensinado por Deus, cujos olhos devem ter sido abertos pelo Espírito Santo. Isto, ao menos, é a regra em vigor, sem importar quantas exceções possam ser argumentadas.

trecho do sermão Sermão No.570 The First Five Disciples

Homossexualismo e Atitude Cristã ?


Em 1869 o escritor e jornalista austro-húngaro Kertbeny cunhou o termo homossexual, que deriva do grego homos, que quer dizer "semelhante", "igual", significando um ser que sente atração fisica, sexual, emocional por outro do mesmo sexo. Um ano depois, Westphal lança "As Sensações Sexuais Contrárias" definindo a homossexualidade em termos psiquiátricos como um desvio sexual, uma inversão do masculino e do feminino. Deu-se, portanto, desde o início, uma idéia totalmente negativa à homossexualidade, sem haver nenhuma preocupação com o fato de que tal pessoa tinha uma alma e era alguém que precisava ser aceito e ajudado, alguém que também precisava ser transformado pelo poder do evangelho de Cristo. Não se trata apenas de escolha ou opção, mas também de condicionantes de ordem pessoal, familiar, cultural, econômico-político-social e mesmo espiritual, e como servos de Deus temos que ajudá-los com a palavra de Deus. São pecadores tais como nós e carecem da glória de Deus (Rm 3:23).

Tem sido detectado tal disturbio da sexualidade também em animais, mas não se pode comparar com o problema em seres humanos, uma vez que o binômio homem versus animal não pode ser usado em termos de comparação, tendo em vista a existência no ser humano de consciência e volição. Significa dizer que enquanto o animal age por instinto, o homem tem consciência das suas ações e tem domínio sobre a vontade, podendo assim ser responsabilizado pelos seus atos.

Atribui-se a vários fatores a existência do homossexualismo, tais como: A educação recebida no lar, a pressão da sociedade, o apelo pós-moderno para que o homem expresse sua sexualidade sem barreiras, distúrbios físicos e hormonais, a opção sexual de cada um, entre outros. Mas em suma podemos afirmar que é prova incontestável da degeneração da raça humana, ocasionada pela entrada do pecado no mundo. Índices apontam para a adolescência como a fase mais propícia para a “descoberta” da homossexualidade.

Na crise de identidade, tão comum na adolescência, surgem as incertezas sobre a sexualidade, uma vez que as transformações de ordem biológica não acontecem com todos os adolescentes na mesma velocidade e intensidade. De modo geral, ao perceberem as mudanças em seu corpo, eles começam a fazer comparações, e nem sempre um entende porque aquilo que já aconteceu com o outro não aconteceu ainda em seu próprio corpo. Nessa ocasião, surgem as dúvidas sobre a sexualidade, pois os adolescentes começam a questionar suas reações, suas características e suas preferências, comparando com o perfil daqueles a quem ele admira no grupo. Por isso, é importante orientá-los nesta fase, mostrando o propósito de Deus para a sexualidade humana. Entre os meninos é comum as brincadeiras com o adolescente que ainda não têm barba, e que fala fino, ou que não teve experiências com as meninas ainda. Da mesma forma, um jovem “educado demais” pode ser confundido pelos amigos como sendo efeminado. Entre as meninas, estranha-se aquela que é forte, apegada demais e gosta de jogar futebol, ou que prefere estar com os meninos. É preciso entender que as pessoas não são iguais e tal comportamento não revela obrigatoria e necessariamente sinais de homossexualidade, embora eles sejam pressionados a acreditar nisto diariamente.

A prática homossexual é vista pela Bíblia como um distúrbio abominável ao Senhor, e em Romanos a prática do lesbianismo é denominada “paixões infames” Rm 1:26, e genericamente é explicada pelo apóstolo Paulo como sendo fruto de uma disposição mental reprovável, ou sentimento perverso (Rm 1:28). O texto trata da devassidão própria dos que abandonam a Deus e se inflamam em sua sensualidade, cometendo torpezas, homens com homens e mulheres com mulheres. Diante da visão bíblica a respeito, não podemos aceitar a “prática” homossexual como algo simples e comum, mas devemos interpretá-la como um comportamento próprio do pecador, por isso, ao ter um encontro com Cristo pela fé, um homoafetivo (termo preferido por psiquiatras e especialistas) se tornará uma nova criatura, e independentemente dos seus sentimentos e desejos carnais, ele, como todos nós, haverá de mortificar a carne e viver para Deus. Vale lembrar que ainda que haja uma conversão verdadeira, em alguns casos, a deformação do corpo que porventura possa ter ocorrido não desaparecerá automaticamente, cobrando de nós tolerância e aceitação, levando-se em conta, obviamente, a transformação de comportamento, o testemunho de novidade de vida e o abandono do pecado, que inevitavelmente acontecerá nos salvos.

Depreende-se então que não podemos ser coniventes com o pecado da prática homossexual, entretanto, discriminá-los, como se fossem o pior tipo de pecadores não é nem sábio, nem espiritual. Os que adotam a prática do homossexualismo não são mais pecadores do que os adúlteros, ou os roubadores, e tanto estes como aqueles precisam ser amados como pecadores que podem chegar ao conhecimento da verdade, e arrependendo-se verdadeiramente e abandonando as paixões carnais, podem viver vidas que glorificam a Deus. Sendo assim, excluí-los não irá ajudar em nada, pois tal atitude não pode revelar a eles a graça salvadora manifestada a “todos” os homens (Tito 2:11). Mas compete-nos afirmar que aceitá-los como pecadores carentes, e apresentar-lhes a Cristo, não é para qualquer um, pois é preciso ter tanto coragem de enfrentar o preconceito, quanto amor pelo próximo, como ordena as Escrituras. Quem ama, comunica o evangelho!

Finalmente, lembremos que devemos pregar o evangelho a “toda criatura”, e que Deus não faz acepção de pessoas (Mc 16:15; Rm 2:11), e quando o fazemos, pecamos contra Ele (Tiago 2:9). Acharmos repugnante a prática do homossexualismo é uma atitude correta, pois devemos julgar abominável todo pecado, rejeitando a sua idéia e a conduta dos que vivem nessa prática, entretanto, temos uma responsabilidade evangelística para com todo homem, e esta nos será cobrada. Que Deus nos abençoe a enxergar em cada pessoa uma alma e em cada pecador uma oportunidade.

Fonte : Genizah
http://www.genizahvirtual.com/2009/11/homossexualismo-e-atitude-crista.html